A ARQUEOLOGIA CONFIRMA A EXISTÊNCIA DE "MOISÉS" ?? [parte 02]
ARQUEOLOGIA BÍBLICA
Na Narrativa Biblica[Êxodo 2:01-10], descreve que "Moses"(moisés) foi levado para ser criado no Palácio, e que foi a partir daí que Ele recebeu o nome de "Moses", porque anos antes, Ele havia sido retirado das águas. Esse Nome tem relação com o verbo Hebraico "Māshah", que significa "tirar”; ou seja, além do significado Egípcio, também tem significado Hebraico.
Quem será que deu o Nome a Ele ?, a Mãe Adotiva – Princesa Egípcia ?, ou a Mãe Biológica – "Joquebede" ?; ao mesmo tempo que parece ter sido "Joquebede", também parece ter sido a Princesa. Meio louco né ?!.
Segundo o Relato Bíblico; é descrito que, quando novo, mais já grande, "Moisés" foi nomeado com esse nome quando a Princesa o recebeu de volta no Palácio após o mesmo desmamar de sua mãe biológica "Joquebede". No entanto, surgi uma dúvida, por que uma Princesa do Egito, Filha do próprio Faraó, colocaria um nome Hebreu em seu Filho adotivo, se os Hebreus não eram da realeza, mas sim, Escravos no Egito?... Isso viria a ser na cultura egípcia da época, um tanto quanto impróprio para um Príncipe do Egito, pois teria que ser um Nome preparado segundo a ideologia Faraônica desses Egípcios, indicando a relação com os deuses egípcios em seu nome.
Então pela lógica, o nome de "Moisés" poderia ter sido dado por sua mãe biológica "Joquebede", seria o mais provável, porém, surgi outra dúvida, como aparentemente o nome dele tem dois significados – Egípcio e Hebreu; então por que Ela sendo Hebreia daria um Nome Egípcio a seu Filho Hebreu ??
Uma explicação, talvez mais coerente, seria a explicação mais tradicional onde acreditasse que o Mesmo teve dois Nomes, já que teve dupla cidadania, e não um Nome com dois significados. Ou seja, um Nome Egípcio – por ter nascido no Egito, e um Nome Hebreu – por ter sangue 100% hebreu(pai e mãe).
Sendo assim, na parte Egípcia, o nome "Moisés" teria um Prefixo relacionado a uma divindade egípcia [conforme regra faraônica], e é possível que seja o deus Hapi – deus do rio Nilo; ou seja, "Hapi-moses", porém, como o mesmo preferiu seguir a religião Israelita, logo que então não foi mais adequado usar o Nome completo com o Prefixo por causa da divindade Egípcia, então foi retirando o prefixo “Hapi”, e mantido o restante, no caso “Mose”(ou "moses"). Isto se torna ainda mais evidente quando é visto os Hieróglifos que constam seu Nome, encaixa-se perfeitamente em todas essas formas de Prefixos abordadas neste Artigo.
Não foi a toa que o nome "Moisés" no Cânon Judaico, aparece como Nome de Origem Hebreia, dando-se em conta que culturalmente desde sua época, Este Nome após a retirada do prefixo Egípcio, foi amplamente aceito pela Comunidade Hebreia como um de vossos Nomes. Até mesmo a Cópia mais antiga do Cânon Judaico, os Manuscrito de Qumran, em um Conjunto chamado ""Visão de Anrão""(4Q543-547), identifica "Moisés" como um Nome Hebraico; pois "Anrão" pai de "Moisés", conforme dito em Êxodo 2:01-02 teria ficado com o seu Filho durante três meses antes Dele ser colocado em um cesto no Nilo, e aínda assim, até mesmo depois, quando foi achado no cesto as margens do rio pela Princesa Egípcia, vosso Filho teria ficado por mais tempo com "Joquebede", até a criança desmamar e se mandado que retornasse para a Princesa Egípcia no Palácio, onde completou a maior parte de sua criação, tornando-se um Príncipe Egípcio[Êxodo 2.10]; isso significa que, pelo fato de "Moisés" ter vivido com sua Família de sangue após desmamar, "Anrão" pode ter lhe ensinado a escrever até ter mais idade, tempo o suficiente para ter lhe dado um Nome de origem Hebreia, principalmente se estiver sido dado por "Joquebede", já que era uma tradição a Mãe dar o nome ao bebê recém nascido. Tudo isso pode ter acontecido antes do Jovem "Moisés" ser levado ao palácio, segundo a ordem da Princesa, que conforme já dito, o criou como seu Filho, o tornando um Príncipe Egípcio.
Dito isso !!!
O nome de "Moisés" [sem o prefixo egípcio], no contexto Bíblico é perfeitamente aceito como um Nome de origem Hebraica, embora os Historiadores Fílon de Alexandria e Flávio Josefo pensassem ser de Origem única Egípcia.
A troca de nome de acordo com a responsabilidade atribuída, não era uma característica só Egípcia, mas também Hebreia, como por exemplo "; o Patriarca da Fé "Abrão" após fazer uma aliança com Deus, tornou-se "Abraão", posteriormente o mesmo aconteceu com seu neto "Jacó", que tornou-se "Israel", e posteriormente vimos isso acontecer novamente com seu Filho, que teve dois significados entre duas Nações, um Nome de origem Hebreia e o outro nome Egípcio, no caso, "José" o governador do Egito, que após receber essa responsabilidade, passou a ser chamado entre os Egípcios de "Zafenate-Paneia"; posteriormente isso poderia ter acontecido novamente no Egito, só que desta vez possivelmente com "Moses"(moisés) caso virasse Faraó, o seu Nome iria mudar para alguns dos nomes já citados no Artigo acima. Inclusive, o mesmo aconteceu com o sucessor de "Moisés" dentro de sua própria Cultura Israelita, que ao ser confirmado oficialmente como o seu Sucessor, logo mudou o nome de "Oseias" para "Josué"; ou seja, a Mudança de Nome era algo bem comum entre as duas Culturas, seja Hebreia ou Egípcia, de acordo com as responsabilidades atribuída a Pessoa.
Quem era a Mãe Egípcia de "Moisés" ?
•O POSSÍVEL MÉTODO PARA ENCONTRÁ-LA:
No antigo Egito, com essa questão dos Nomes serem atribuídos de acordo com a responsabilidade da Pessoa, acreditasse que muito provavelmente o Príncipe "Moses"(moisés) estava sendo preparado para Cargos maiores assim como os demais Príncipes Egípcios do Palácio, como consequência de tais responsabilidades, seus nomes seriam acrescentados um nome de alguma divindade egípcia; o Nome que mais se encaixa a "Moses" é "Thutmose", baseado nesse Nome, é possível chegar no Nome de sua Mãe Egípcia; porém, no antigo Egito teve oficialmente inúmeros príncipes com o mesmo Nome a partir do Faraó "Thutmose I", só mudava a Geração, ou seja, "Thutmose II", "Thutmose III", e etc..., antes de virarem Faraós em seus respectivos anos ou Dinastias, geralmente herdava o Trono o Príncipe que era o Primogênito do Faraó, caso o Rei não estivesse Herdeiro, todos os Príncipes existentes da Família Real, concorriam ao Trono e tinham vossos Nomes preparados ou em preparação para futuramente assumirem a tal posição com o Nome novo. Para achar um possível "Mose" dentre esses Príncipes todos, é necessário checar o período certo que o "Moses" Hebreu nasceu segundo o Relato Bíblico, ou no mínimo as datas que Evidenciaram Ocorrências semelhantes ao Êxodo para achar o "Moisés" certo.
Considerando ambas os Estudos, chegamos a data entre 1600/1500 a 1201 a.C., agora caberia fazer um levantamento de todos os "Thutmose" que teve dentro desse período, para achar alguma história no mínimo curiosa dentre Eles, pois as Ocorrências que lembram um pouco do Êxodo ocorreu em algumas destas datas em no mínimo três Gerações desses Rapazes; precisamos então destacar algo curioso que possa os diferenciar, para que assim possamos achar o "Thutmose" certo e como consequência chegar em sua Mãe Egípcia.
Por causa da História curiosa, chegamos em "Hat(sh)xepsut" ou "Hatsepsut"(ou "hatexepsute"/"ratsepsut"), que foi a Filha do Faraó "Thutmose I"(ou "Tutemés I"/"Tutemósis I") e da Rainha "Ahmose"(ou "Amósis"). A Mesma viveu entre 1513-1458 a.C., e era da XVIII(18ª) Dinastia Egípcia.
A Princesa "Hatsepsut" tinha 24 anos, não era casada e não tinha Filhos, más, após a morte de seu Pai, o Faraó "Thutmose I", a Mesma conforme a Cultura da Realeza Egípcia, teve que se casar com o seu irmão por parte de Pai, "Thutmose II"(ou "Tutemés II"/"Tutemósis II") que foi quem assumiu o Trono após a Morte de vosso Pai.
O Seu meio Meio irmão-marido e agora Farão "Thutmose II", casou com Ela já tendo um Filho com outra Mulher, o nome do Príncipe, naturalmente por causa do Pai, era "Thutmose III".
Mesmo com essa questão de reinar, atribuída a somente Homens, "Hatsepsut" como Rainha soube gerir as relações com todas as partes da sociedade Egípcia, pois era boa com a política, e usou isso como uma forma para posteriormente ser auto nomeada como um Alto Sacerdote de Amon(divindade egípcia). Dando em vista que um Sumo Sacerdote Egípcio tinha muita influência na Política Egípcia daquela época, a Mesma já estava se planejando em suas estratégias.
Com pouco tempo de governo, seu Meio irmão-marido morre, no caso o Faraó "Thutmose II"; como o Mesmo só tinha um Filho, seria então Ele o seu Sucessor no Trono, no caso, o Príncipe "Thutmose III", ou seja, o Sobrinho-enteado de "Hatsepsut".
No entanto tinha um Problema, o Príncipe "Thutmose III" não podia assumir o Trono pois não tinha a idade considerada a ideal na época para Governar o Egito. Devido a isso, após a morte do Meio irmão-marido, a Rainha "Hatsepsut" fez algo até então inédito como Mulher no antigo Egito, Ela ficou no Poder como Regente, ou seja, Governava provisoriamente o Egito até que seu Sobrinho-enteado "Thutmose III" chegasse a idade ideal para Governar, pois Este, como um quase Faraó, só tinha a responsabilidade de está presente nas realizações dos cultos às divindades egípcias, onde o Mesmo recebia orientações do que fazer, dada pelos Sacerdotes nas Cerimônias.
No sétimo ano como Regente, no reinado de seu Sobrinho-enteado; a Rainha "Hatshepsut" já começava a elaborar algo para não perder seu poder no Trono, pois seu Enteado já estava chegando na Idade ideal para Governar, foi a partir daí que Ela teve a idéia de declarar-se publicamente ser a Filha do deus Amom-Rá – a principal divindade Egípcia daquela epoca, o processo chamado de "Teogamia", que consiste no ato em que, segundo a cultura egípcia, o deus Amom tem uma relação com uma Rainha Humana para gerar um novo Faraó; ou seja, é como se a divindade usasse o corpo do Pai Dela antes dele ter morrido, o Faraó "Thutmose I" para ter relação sexual com sua Mãe, a rainha "Ahmose", e somente através desse processo a Rainha teria acordado com o aroma da divindade e concebido "Hatshepsut".
Esse relato dito pela atual Rainha "Hatshepsut", fez com que Ela ganhasse poder político entre os Sacerdotes que em sua época tinham os mesmos poderes políticos que um Faraó tinha perante a Sociedade Egípcia. Com todo esse apoio político, a Mesma adota o nome de "Maatkare" e considera-se a soberana do Egito, sendo oficialmente uma Faraó, adotando os atributos faraônicos como Títulos, Nomes, Cetros, Cauda de touro, tanga curta e até mesmo uma barba postiça.
Como o antigo Egíto tinha uma cultura de Governança apenas entre os Homens, Ela não excluiu seu Sobrinho-enteado dos Ofícios de quase um Faraó, tanto é que em quase todas as imagens produzidas em monumentos, é o seu Sobrinho-enteado que aparece junto Dela; ou seja, o Calendário Egípcio não zerou posteriormente quando "Thutmose III" assumiu o Trono, pois os 7 anos de mandado de sua Tia-madastra como Regente, não foi anulado, isso ocorre porque o período dela como Regente foi dentro do reinado Dele, ou seja, a contagem prosseguiu com o reinado dos dois Faraós como se estivessem governado de forma conjunta; algo que até então era inédito no antigo Egito sendo feito por uma Mulher.
Apesar disso, e embora "Hatshepsut" fosse oficialmente a Faraó, acredita-se que Ela estivesse preparando tudo para o seu Sobrinho-enteado assumir o trono sozinho no futuro, porém, Ele pensava o oposto de sua Tia-madastra, pois nesta época em específica, Ele já tinha idade para reinar, mas não podia porque era Ela a Faraó.
Mesmo "Thutmose III" tendo idade para reinar, Ele optou por não levantar nenhum tipo de revolta ou resistência contra sua Tia-madastra, por causa do poder que Ela adquiriu através da política usando como Base a religião Egípcia para chegar ao Trono.
Eles reinaram juntos, com "Hatshepsut" no poder do antigo Egito por 20 anos, no século XV a.C., a Mesma se vestia como Homem, usava até mesmo uma barba postiça, mas soube governar; contribuiu bastante para o desenvolvimento dos recursos no Egito, uniu as duas Coroas, trouxe uma enorme prosperidade ao País, e através de um Governo pacífico, fez campanhas militares em terras distantes como no Rio Eufrates(atual iraque) e foi uma boa construtora de obras monumentais, sendo a responsável direta pela construção do famoso templo Deir el-Bahari, a Ocidente de Tebas; Ela tornou-se a Governante, como Mulher, mais poderosa do que as outras duas Rainhas que o Egito iria ter em suas últimas Dinastias, ou seja, foi mais poderosa que as Rainhas "Cleópatra" e a "Nefertiti", Estas que ao contrário de "Hatsepsut", não viriam a ser Faraós, mas sim, somente Rainhas oficiais.
Mesmo com todo esse poder oficial de Faraó, todos os registros sobre os feitos de "Hatsepsut", após sua morte, foram apagados pelos Faraós posteriores, precisamente pelo seu Sobrinho-enteado.
Qualquer coisa que restasse no qual revelasse a sua existência como um(a) Faraó, desde decorações, pinturas, esculturas e principalmente referências escritas; foi tudo eliminado.
Não Existe Crime Perfeito !!, Embora a morte de "Hatsepsut" não tenha sido exatamente um crime, mas sim possivelmente por um tumor; a eliminação de seus registros, no qual ainda não foram revelados o motivo pela Arqueologia, é o que causa essa Curiosidade relatada no início deste Título.
A Arqueologia conseguiu Descobrir a sua existência na Realeza Egípcia, porque nem tudo havia desaparecido, foram encontradas várias Obras de Arte referentes a "Hatsepsut" em vários esconderijos no deserto, assim como o seu próprio sarcófago. Os Historiadores acreditam que estas obras foram guardadas por "Senenmut", que embora fosse Plebeu, foi o seu Amante preferido; foi Ele o responsável pelas vastas riquezas do templo de Karnak.
Em 1903, seu corpo mumificado foi encontrado no Vale dos Reis, em Luxor, Egito; e por lá ficou por décadas, pois como não havia registros em seu sarcófago, os Responsáveis daquela Escavação não tinham como saber que aquela Múmia até então insignificante, era de "Hatsepsut".
Décadas depois, o Arqueólogo chefe Zahi Hawass, liderou uma Equipe que reiniciou as buscas após receber do Governo Egípcio uma ajuda de 5 milhões de dólares, a fonte desse dinheiro foi dada na época pelo Canal de TV Fechada "Discovery Channel", para assim poder ser feito os testes de DNA nas Múmias encontradas, e como consequência, documentado pelo Canal.
Dois meses depois, após outras Múmias, chegou a vez da Múmia da ex Faraó Mulher ser levada para o Museu do Cairo, para poder ser feito os Testes de DNA; foi neste ponto que Hawass ao começar observar a Múmia, logo começou a desconfiar que aquela Múmia era importante, o Mesmo observou que a Posição do Braço Esquerdo estava Sobre o Peito, isso é um sinal tradicional de Realeza do Egito antigo. Através de comparações com o DNA da Múmia e de sua Avó que já havia sido previamente identificada, os Cientistas concluíram que, aquela Múmia era de "Hatsepsut"; segundo disse Hawass: ""Estamos 100% certos""" sobre a Descoberta de "Hatsepsut", e concluiu afirmando que a Múmia da mulher era obesa, provavelmente diabética, vindo a falecer aos 50 anos de idade, possivelmente porque teve câncer.
Naquela época, alguns anos após "Hatsepsut" subir no Trono, após ser Regente no mandado de seu Sobrinho-enteado "Thutmose III", onde Ele chega em sua idade ideal para Governar; o Mesmo por causa da boa força política que "Hatsepsut" tinha, prefere não fazer nenhum tipo de revolta para não precisar assumir o poder de forma forçada, e como consequência, Ela se mantém no poder até morrer. Acredita-se que "Thutmose III" não gostou de perder o Trono, que por direito era seu, dessa maneira para a sua Tia-madastra, de modo que, logo após a morte da Mesma, Ele imediatamente mandou apagar o nome Dela como Faraó e todo os Documentos Egípcios que de alguma forma a descreviam.
•FOI ESTA A MÃE DE "MOISÉS" ??
Em oposição a está história, é dito que "Hatsepsut" foi a mãe adotiva de "Moses"(ou "moisés"), tendo o adotado quando tinha 14 anos de idade, quando anos antes, havia o encontrado as margens do rio Nilo, mas Ela só o trouxe em definitivo para viver no Palácio após o Mesmo desmamar de sua verdadeira Mãe Hebreia. Como a Princesa não chegou a ter Filhos com o seu Meio irmão-marido, a mesma adotou "Moses".
Após o Jovem Hebreu-egípcio ir para o Palácio, o Mesmo recebeu uma educação literalmente de Príncipe, onde pode estudar nas melhores Escolas do Egito, aprendeu toda a Ciência Egípcia assim como todas as línguas necessárias para Governar tanto no Egito quanto nas províncias Egípcias, e é claro, conheceu a religião egípcia, onde pode aprender sobre as divindades egípcias de sua época; tinha também a sua disposição a quantidade de Súditos que fossem necessários, tinha as riquezas que um príncipe poderia ter, mulheres, luxo, etc.
Mesmo tendo tudo o que um Príncipe de fato teria, a sua mãe Adotiva "Hatsepsut" queria lhe dar mais ainda, ou seja, a mesma queria lhe dar o Trono do Egito, porém, como já havia outro Sucessor oficialmente ao Trono, no caso "Thutmose III"; a Mesma teve que pensar em alguma politica para tirar seu Sobrinho-enteado do caminho do Trono, e assegurar que fosse seu Filho Adotivo o futuro Faraó.
Só que aconteceu um imprevisto, "Hatsepsut" não conseguiu assegurar o Trono para seu Filho Adotivo, pois o próprio não pensava igual a Mãe; possivelmente chamado ou preparado como "Thutmose IV", o Mesmo tinha outros propósitos, e em nenhum destes propósitos envolvia o Egito. A resposta que o possível "Thutmose IV" deu a sua Mãe adotiva, pode ser a que consta em Hebreus 11:24-27.
Foi possivelmente por esse motivo, que até hoje a Múmia de "Moisés" não foi encontrada no Egito, dando-se em conta que tanto sua Mãe como até mesmo sua Avó adotiva foram encontradas as suas Múmias, logo que então, não teria um outro motivo para a sua Múmia não ser encontrada se não fosse algo sério entre Ele e o Faraó de sua época.
O motivo pode ser porque simplesmente "Moisés" recusou ser chamado Filho de "Hatsepsut", preferindo ser maltratado junto aos Escravos, seu Povo Hebreu, o Povo escolhido por Deus; onde posteriormente o Mesmo seria usado por Deus para liberta-los, partindo do antigo Egito para a Terra de seus Antepassados.
A Múmia de "Moisés" até hoje não foi achada, e jamais será, pois o Mesmo, diferente dos Egípcios, preferiu a glória eterna, do que as glórias passageiras desta terra. Enquanto a "Hatsepsut", diferente de seu Filho adotivo, Ela não desfrutou de nenhuma glória eterna, pois preferiu desfrutar das glórias temporárias das terras Egípcias enquanto estava no Trono, pois após a sua morte, até mesmo seus registros foram passageiros, sendo uma boa parte eliminados. Restou apenas sua Múmia, que se encontra no Egito, no Museu do Cairo, provavelmente no segundo pavimento.
O Profeta Bíblico "Moisés"; como antes, era um Príncipe do Egito, de fato, pode ter recebido algum outro Nome em complemento ao seu, sendo essa outra parte do fonema de seu Nome, de alguma divindade egípcia, podendo ser até mesmo alguns dos Nomes sugeridos no início deste Artigo. No entanto, a probabilidade desse nome ter sido em específico "Thutmose IV", da quarta Geração ou Gerações acima, é quase que nula, pois a Arqueologia descobriu que "Tutemés IV"(ou "Thutmose IV") do período de 1440 a.C., além de ter sua capital em Tebas, no ao Sul e não no norte do Egito, não chegou a conduzir nenhuma grande operação na região do delta, no Norte onde ficava as Cidades-celeiros de Pitḥom e Pi-Ramessés, construídas, de acordo com o Livro do Êxodo, pelos Hebreus a mando do Faraó, na parte Nordeste do delta do rio Nilo, não muito longe de Gósen, distrito onde viviam os Hebreus como escravos no Egito. E a história de que a Mãe adotiva de "Moisés" era a Princesa "Hatsepsut" que posteriormente tornou-se uma Faraó; não há Evidências Arqueológicas que conecta "Moisés" com "Hatsepsut".
Por que o Autor do Livro do Êxodo
não nomeou o Faraó de sua época?
Primeiramente, é necessário saber quem foi o Autor do Livro do Êxodo. Conforme já explicado no início deste Artigo, segundo a Tradição Judaica, o Autor é o próprio "Moisés" que inspirado em Deus, escreveu a Torá. E o motivo que o levou a não nomear o Faraó de sua época, são dois os motivos, um é Teórico e o outro é Histórico.
•TEORICAMENTE: acredita-se que "Moisés" preferiu não nomear o Faraó, porque não quer que nos concentremos em um único Rei, mas sim, em vez disso, que vejamos o Faraó como um Arquétipo do padrão de rebelião humana, que começou no jardim[Gênesis 3:11] e que culminou na Babilônia, ou seja, um Símbolo do Mal Humano.
Vale ressaltar que essa, é uma característica estabelecida por "Moisés" em seus Textos, e não dos demais Autores Inspirados em Deus, pois Estes, não estiveram nenhum problema para renomear os Faraós: "Sisaque"(1 Reis 11:40; 2 Crônicas 12:2), "Tiraca" de uma província Egípcia(2 Reis 19:9; Isaías 37:9), "Hofra"(Jeremias 44:30) e "Neco"(2 Reis 23:29; 2 Crônicas 35:20; Jeremias 46:02), todos esses foram Faraós do antigo Egito, claramente Nomeados no Cânon Judaico por seus respectivos Autores.
•HISTORICAMENTE: O Autor do registro do Êxodo, "Moisés", estava escrevendo usando a Tradição da escrita Egípcia de sua época, e não exatamente o seu próprio modo ou estilo próprio de escrita. Por volta de 2170 a.C., até cerca de 1505/1506 a.C., no Período que correspondia o Velho Reino Egípcio, a palavra era usada no Palácio Real com características diferente da escrita usada na metade da 18ª Dinastia que por coincidência corresponde a época dos "Thutmose" até a segundo Geração.
Dessa última Geração em diante, o Padrão começa a mudar a partir de "Thutmose III"(1506-1452 a.C.); esse Padrão era exatamente o de omitir os Nomes de Reis inimigos em Documentos Oficiais que ficavam nas Bibliotecas Egípcias, como por exemplo: A Batalha de Megiddo contra o conspirador Rei de Kadesh, o Faraó "Thutmose III" mal faz referência ao Rei inimigo, apenas o cita como "”‘aquele miserável inimigo de Kadesh""; A Amada Stele do Faraó "Ament-hotep II", onde os Escribas, provavelmente por ordem de seu Faraó, focaram mais em escrever as glórias assim como o sucesso do vosso Faraó, e na hora de identificar os Líderes da Nação inimiga, os registros que os identificavam eram informados apenas como ""‘Sete Caciques’"", ou seja, os Nomes não foram registrados.
Dito isso, como "Moisés" [segundo os dados levantados no início desse artigo] também fazia parte desta época, é normal o Mesmo ter usado essa mesma Prática na escrita, pois era uma Prática da Realeza deixar oculto o Nome do Monarca estrangeiro que assumia o papel de Inimigo de sua Nação.
Isso põe abaixo a Tese que justificavam ser por motivo de vingança da parte de "Moisés" contra o Faraó de seu tempo. Pesquisadores acreditavam que "Moisés" ocultou o nome do Faraó, porque queria se vingar pelo fato do Rei Egípcio ter apagado os seus registros dos Papiros Egípcios, como consequência, "Moisés" teria dado o troco ao apagar o Nome do Faraó da Torá. Já provado que essa Tese não tem fundamento histórico.
Qual era o Nome do Faraó
na época de Moisés ?
Alguns Historiadores definiram que o Faraó da época de "Moisés", pode ter sido "Ramsés II", não só porque a Bíblia aponta um Ramsés naquela época, mas sim e principalmente porque há uma Inscrição, datada da época do Faraó "Ramsés II", onde na descrição consta que uma Pessoa da época, afirmava ""“Distribua rações de grãos aos soldados e aos "Apiru"(ou "habiru") que transportam pedras para o grande pilar de "Ramsés” """.
Segundo os Historiadores, o Evento Bíblico onde estava "Moisés", ocorreu por volta de 1303-1213 a.C., sendo que, foi por volta deste mesmo período que Este Faraó da Descrição estava governando no antigo Egito; e os "Apiru"(ou "habiru) que consta na descrição, seriam os Escravos Hebreus. Por esse motivo é que os Historiadores apontam "Ramsés II" como o provável Faraó da época de "Moisés".
No entanto, há uma contradição nesta Fonte; a afirmação dita acima, até que faz um pouco de sentido, más, ao analisar quem foram os "Apiru" que consta na descrição; foi possível Descobrir um registro antigo em uma Estela de Vitória do Faraó "Amenhotep II"(1427-1401 a.C.), que lista vários Cativos enviados ao antigo Egito; esses Cativos são contabilizados na Estela como sendo 3600 "Apiru", listados como realmente Escravos do Egito, porém, não informa serem Escravos Hebreus, segundo os dados Arqueológicos retirados dos Documentos do Oriente Próximo, com datação entre 2000 a.C. e 1200 a.C., os "Apiru"(ou "habiru) eram Grupos que 'parecem que' viviam às margens da Sociedade, atuando como Trabalhadores migrantes, Escravos, Mercenários e até mesmo Guerrilheiros; ou seja, eram uma espécie de Clã, que provavelmente tentaram dominar alguma província Egípcia, mas perderam, e viraram Escravos.
Sendo assim, se não há registros e nem nada que possa ser usado como Evidência para apontar o Faraó em específico "Ramsés II" como o Faraó da época de "Moisés", então não pode ser feito nenhuma afirmação com precisão o apontando.
OBS: De acordo com o Midrash(literatura rabínica oral), o Faraó da história do Êxodo, foi chamado de "Adikam", e Este, teve um reinado curto de apenas quatro anos antes de se afogar no Mar Vermelho, provavelmente por causa do Êxodo, embora a Bíblia não relata que o Faraó tenha morrido, mas sim só seu exército no mar. Na Midrash consta descrito também que após a morte de "Adikam", quem assumiu o Trono foi "Malul", que reinou no antigo Egito desde seus seis anos de idade até os 100 anos.
Ao analisar friamente apenas o Texto Bíblico, fica claro que o Faraó da época de "Moisés", definitivamente não era "Ramsés". Tanto na Torá, quanto na Tanakh e na Bíblia(no antigo testamento), não relatam "Ramsés" como um Faraó que havia existido nesta época, mas sim, que os Israelenses receberam do Faraó uma Terra que era chamada de Ramsés, ou seja, os Hebreus construíram suas casas em Ramsés, e não exatamente na época de algum Faraó com o nome de "Ramsés".
Segundo a Bíblia, antes dos Hebreus tornarem Escravos no Egito, Eles viviam livres em Canaã. Posteriormente os Hebreus receberiam um convite de um Hebreu que era Governador do Egito chamado "José" [filho de "israel/jacó"] para morar no Egito [antes do êxodo]; o líder dos Hebreus, que era Jacó, aceitou o convite de seu Filho, e todos os Hebreus foram morar no Egito. Enquanto ao Governador "José"; como agradecimento pelos serviços prestados ao Egito, o Faraó [de nome desconhecido] lhe deu de presente uma terra egípcia para que o Mesmo(josé) pudesse morar com seu Pai e todo o seu Povo Hebreu; essa Terra Egípcia que "José" recebeu de presente do Faraó, é chamada de "Terra de Gósen"[Êxodo 8:22] ou também chamada de "Terra de Ramsés"[Gênesis 47:11]. Ou seja, Gósen e principalmente Ramsés eram nomes de Terras.
O Arqueólogo Emmanuel Anati, foi um dos poucos que se atentou ao que diz a Bíblia, pois em sua análise, percebeu que na Tanakh ou Bíblia, nos Livros tanto de Gênesis quanto em Êxodo, o nome de "Ramsés" surge como uma indicação geográfica do local onde os Hebreus estavam no Egito, e foi neste período de Ramsés(a terra), que foi a época que "José" era Governador do Egito, e chamou seu Pai "Israel" e toda a sua Família para morar no Egito com Ele; o Faraó tinha um Terra chamada de Ramsés, e a deu para "José", para que o Mesmo ficasse com toda sua Família Hebreia no Egito com todas as honras que mereciam naquela época.
Dito isso !!!
A Terra que "Moisés" e seu povo Hebreu estavam, na época da escravidão no Egito, foi a terra recebida no passado, de presente do Faraó para "José", chamada de Terra de Ramsés, e não de um Faraó chamado de "Ramsés".
CONCLUSÕES FINAIS
Não foi só os antigos Escritores do antigo Egíto que confirmaram a existência de uma Pessoa chamada "Moisés" seja Ele Bíblico ou um líder comum; e tão pouco os Historiadores da era Cristã, que por meio de suas Interpretações de Papiros antigos, identificaram um "Moisés" Bíblico ou um "Moisés" comum; mas sim, o Próprio Cristo.
Não é mais surpresa para ninguém que Cristo de fato pregava no Século I d.C.(o01-100), existe milhares de testemunhos que evidenciam isso, e há no mínimo 500 testemunhas que o viram após já ter ressuscitado [fica a sugestão para um artigo sobre Cristo].
Se próprio Cristo já pregou sobre as Leis escria por "Moisés", o citando, usando a Tanakh que o próprio "Moisés" contribuiu através da Torá em alguns Textos; isso significa que "Moisés" realmente existiu e fez tudo o que consta em Êxodo. Até porque, quem é louco de ser contra o que Cristo pregou no passado ?!.
Não é a toa que a Arqueologia, mesmo tendo fontes com pontos de vistas diferentes, já Evidência no mínimo que uma Pessoa chamada "Moisés" realmente existiu no antigo Egito; isso já é um avanço. Agora é continuar com as Pesquisas de Campos para obter mais provas através de Artefatos ou mais registros, que possam Evidenciar que esse mesmo "Moisés", era de fato o Hebreu-egípcio ex Príncipe do antigo Egito.