Refutando Falácias Femininas - Parte 1
novalusitania
Essa é a primeira parte de vários artigos que pretendo criar para desmentir as falácias femininas.
1° Falácia: Mulheres estão morrendo aos montes?

Aqui já temos uma pequena ideia de como as feministas e mulheres em geral que aderem a esse movimento de "parem de nos matar" são tendenciosas e canalhas.
Feminicídio é menos de 1.600 casos por ano em um país de mais de 104,5 milhões de mulheres, contra 34.086 casos de homicídios no mesmo ano, 23 vezes maior que os feminicídios.
Quem vê de primeira o foco da mídia em relatar apenas casos de feminicídios e a propaganda massiva estatal e feminista, sem pesquisar a fundo, acha que as mulheres estão morrendo aos montes, quando é o contrário.
Por trás das estatísticas de feminicídio

ADENDO: O número de 1.248 mencionado na matéria refere-se especificamente ao mínimo de homens identificados como autores de feminicídios em 2025. O total de vítimas de feminicídio no ano foi de 1.568 o que indica que nem todos os casos tiveram o autor identificado ou preso até o momento da divulgação. Isso sem contar casos de feminicídios cometidos por mulheres (casal lésbico principalmente).
A narrativa feminista dominante frequentemente repete que 'os homens matam mulheres' ou 'homens estão assassinando mulheres em massa', criando a impressão de uma violência inerente e generalizada ao gênero masculino como um todo. No entanto, os dados de 2025 mostram 'apenas' pelo menos 1.248 homens identificados como autores de feminicídios no Brasil, uma fração minúscula da população masculina adulta (cerca de 80-90 milhões de homens no país). Isso significa que menos de 0,0015% dos homens cometeram esse crime específico em 2025. Generalizar a partir disso para acusar 'os homens' coletivamente é um atestado de ser canalha e burro.
Outras questões importantes aqui:

Segundo a mesma matéria acima, das 1.568 mulheres assassinadas, 62,6% eram negras. Ou seja: não é difícil presumir que boa parte desses autores também eram negros visto que a chance de uma pessoa negra ter algum tipo de envolvimento com o sistema penal (prisão, processo, condenação) é maior do que a de pessoas brancas e pardas.
Por que essa informação é importante? Simples; isso prova o ponto de que a grande maioria dos homens que cometeram feminicídio tinha antecedentes criminais.

Embora no Brasil como um todo não exista um dado nacional oficial recente que indique que a maioria dos autores de feminicídio tinha antecedentes criminais, os casos de feminicídio mais relevantes indicam, sim, que a grande maioria dos autores tinha antecedentes criminais (não estou falando em casos de agressão).
Resumo: a grande maioria dessas mulheres seleciona os piores. Depois que o pior acontece, a culpa é minha e sua...
A histeria coletiva

Dia após dia vemos nos jornais notícias sobre feminicídios, oferecendo a sensação de que vivemos uma epidemia de mortes de mulheres em situação doméstica.
Mas analisando os números honestamente, vemos que o feminicídio não correspondem ao que se apresenta nos telejornais, que só se baseiam em percentuais, de um ano para o outro...
Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em 2019 aconteceram 1.314 feminicídios no Brasil. Em 2019, as mulheres representavam cerca de 52,2% da população (aproximadamente 109,4 milhões de mulheres, conforme dados do IBGE de 2021). Ou seja, esse número de feminicídios é quase irrelevante: 0,00120%. Isso equivale a aproximadamente 1 feminicídio a cada 160.000 habitantes (ou 1 a cada 83.000 mulheres). Em termos de risco relativo: a taxa de feminicídios foi de cerca de 1,2 para cada 100.000 mulheres.
Mas agora vejam a covardia por trás desse número:
Casos de suicídios e desaparecimentos de mulheres são classificados como "feminicídios" (Em algumas Delegacias). Isso porque Diretrizes do Ministério Público, ONU Mulheres e protocolos recomendam investigar todas as mortes violentas de mulheres (incluindo supostos suicídios e acidentes) com perspectiva de gênero, justamente para evitar que feminicídios sejam mascarados como suicídio ou causa indeterminada.
Qualquer crime que tenha acontecido em 2019, será julgado em primeira em no mínimo 2 ou 3 anos, portanto, um suicídio ou desaparecimento será considerado feminicídio por anos!
Tudo isso é feito para manter a histeria de que ano após ano, os feminicídios crescem alarmantemente no Brasil.
HOMENS estão morrendo aos montes
Segundo o Atlas da violência 2019, referente a 2017, houve 65.602 mortes (p.5). A evolução para dados mais recentes não muda os percentuais e alguns números absolutos ainda permanecem. Em 1 ano, morreram mais Brasileiros do que na Síria.
Esse número é composto da seguinte maneira :
- Homens assassinados : 60.569 - 92,32% (ver página do IPEA)
- Mulheres assassinadas : 4.936 - 7,52% (p.35)
- Demais: 97 - 0,16%
Vivemos num País que mata 11,5 vezes MAIS Homens do que mulheres.
Feminicídio?
40% de homicídios contra mulheres foram cometidos por Homens -> 40% de 4.936 mulheres. 15% de homicídios contra Homens foram cometidos por mulheres -> 15% de 54.870 Homens.
Um(a) apressado(a) logo diria : "Nossa! Morrem mais mulheres nas mãos de Homens do que Homens nas mãos de mulheres". Errado!
Vejamos:
40% de 4.936 = 1.974 mulheres assassinadas por Homens.
15% de 60.569 = 9.085 Homens assassinados por mulheres (!!!!!!!)
Conclusão : Morreram mais Homens (9.085) do que mulheres (1.974) vítimas de violência doméstica. Ou seja, morrem 4,91 vezes mais homens por violência doméstica do que mulheres.
Os dados citados estão no Atlas da Violência:
https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/download/19/atlas-da-violencia-2019
https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia
Conclusão: qual o motivo de toda essa histeria e ódio contra homens?
A RESPOSTA É SIMPLES: É LUCRATIVO!
As feministas inflam mentirosamente esses números para enganar a população ignorante de que o Brasil é um país extremamente violento para as mulheres e conseguirem mais adeptas para a sua causa.
Parlamentares se candidatam defendendo a pauta feminista, visando esse nicho de votos. Se elegem ganhando salários e verbas de gabinetes altíssimas.
Para retribuir, criam e aprovam projetos de lei que beneficiam apenas as mulheres. É um círculo vicioso que ninguém quer que acabe! Também, uma delegacia da mulher de qualquer capital deve custar em média 500 mil reais por mês para os cofres públicos.
Agora some isso com Casa da Mulher, Vara da Mulher, ONG da Mulher e você perceberá quanta gente está lucrando com essa mentira que se chama "violência doméstica".
Ninguém quer que essa mamata acabe!
Por ano o Brasil registra mais de 500 mil denúncias de violência doméstica, mas condenações por essas acusações não passam de 10 mil. Isso ninguém revela! (Tá cheio de Denunciação Caluniosa aí).
Vivemos uma epidemia de falsas denúncias de violência contra mulheres!
Qual o motivo de todas as políticas públicas de segurança estarem voltadas apenas para as mulheres?
A vida delas vale mais que as dos homens, crianças e bebês? Na maioria dos países ocidentais sim.

As propagandas anti-homem da mídia e do governo só servem para gerar histeria e medo, levando mulheres à paranoia e ao delírio, quando homens são assassinados 23x mais, sofrem mais violência doméstica, morrem 3x mais na mão de mulheres e o feminicídio é menos de 2.000 casos por ano em um país de mais de 104 milhões de mulheres.
Na parte 2, irei refutar a falácia de que houve aumento de denúncias de agressões contra mulheres, graças a escrecências criações jurídicas como abuso psicológico e patrimonial, em que NÃO falar com mulher pode se enquadrar como violência contra a mulher. É óbvio que essas tais agressões iriam aumentar.