Meu primo do interior pt.2
A. Jr. PereiraOutra vez me encontrei com meu primo, dessa vez durante o casamento de uma de nossas primas. Eu já tinha perdido as esperanças de que pudesse rolar algo novamente entre nós dois, como contei anteriormente, foram muitas tentativas totalmente frustradas. Ele sempre parecia totalmente indiferente a qualquer sinal que eu dava, como se nem se lembrasse de nós e do que tínhamos feito aquela noite. Eu já não tentava mais nada, apenas aceitava que foi uma aventura única, até que tudo mudou.
Durante a festa do casamente ele fez questão de se sentar na mesma mesa em que eu estava. Ambos já éramos casados e tinhamos nossas respectivas famílias e no decorrer da festa e das conversas triviais ele se levantou, falou para deixarmos as mulheres conversar e pediu para eu acompanhá-lo, eu fui.
O salão de festa era bem grande e demoramos até conseguir sair, quando chegamos do lado de fora não tinha quase ninguém. Sentamos em um banco sob uma árvore um pouco afastados da festa, ele ascendeu um cigarro e ficou fumando, permaneciamos calados até ele quebrar o silêncio:
— Cara, tava aqui lembrando aquele dia na casa de vó. — Eu soube na hora a qual dia ele estava se referindo, mas me fiz de desentendido.
— Qual dia?
— Tu sabe, aquele que a gente tava bêbado e acabou rolando aquelas paradas. — Fiquei com vergonha e não tive coragem de responder, meu coração acelerou e a lembrança daquele dia me excitou. Esperei um pouco, queria ver se ele tinha algo a acrescentar, mas como ele não disse mais nada , perguntei:
— Sei bem, mas o que tem?
— Você sentiu vontade de repetir? Tipo, com outro cara?
— Com outro cara não. — Ele me olhou e pensou um pouco antes de perguntar, imagino que estava criando coragem.
— E comigo? Você pensou em repetir?
— Algumas vezes, mas achei que você nem lembrava mais. Sempre que tentei tocar no assunto você foi super evasivo, aí não quis ficar lembrando.
— Pô, nunca notei. Achei que você não queria nem pensar, deu mó trabalho te convencer naquele dia, quase te forcei.
— Era algo que eu nunca tinha feito, estava com medo de você contar.
— Pô mano, eu também nunca tinha feito não. Naquele dia eu falei que tinha só pra te convencer.
— Isso eu não imaginava, desde moleque tu sempre foi safado, imaginei que já tinha feito muito isso.
— Sempre quis, mas só queria com você. Desde de moleque tu me deixa com um tesão da porra, não sei o que é.
— Então você não sentiu vontade de fazer com outros caras?
— Pô, não vou mentir. Eu fiz algumas vezes, mas não foi a mesma coisa.
— Mano, que loucura! E sua mulher?
— Tudo escondido, ninguém nem imagina. — Confesso que senti uma pontada de ciúme e talvez um pouco de inveja. Ele teve coragem de experimentar com outros caras, enquanto eu fiquei apenas sonhando e esperando ele tomar a iniciativa para fazermos novamente.
— Então você é...
— NÃO! Eu não sei explicar, mas não sou gay.
— Talvez você seja BI, já que gosta dos dois.
— Não sei, pô. Nunca beijei um cara, não.
— Mas tem vontade?
— Não sei dizer. Tava pensando, tem coragem de repetir? Tô aqui falando com você e meu pau tá durão, bora lá no banheiro rapidão. — Na hora o tesão gritou, eu queria muito repetir, mas não sabia se devia. Agora eu estava casado e não queria ser infiel.
— Não sei mano, nós somos casados agora é sacanagem fazer isso com elas.
— Pô, ninguém vai ficar sabendo é coisa nossa igual da da outra vez. Vai mano, me deixa assim não. — Ele pegou no pau por cima da calça e lá estava aquele volume, fiquei lembrando do gosto, do cheiro e dos pentelhos roçando em meu nariz enquanto chupava ele e por mais que eu quisesse dizer não, acabei concordando.
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Voltamos para a festa, não nos perdemos de vista apesar de cada um seguir para um canto diferente. Vez o outra tocávamos olhares para ter certeza que ambos estávamos atentos aos movimentos um do outro, até que em certo momento quando nossas esposas estavam distraídas ele fez sinal para irmos ao banheiro. Esperei ele ir primeiro e fui logo atrás.
— Cara, que loucura e se alguém ver a gente aqui? — falei preocupado.
— Fica tranquilo, tá todo mundo aproveitando a festa. Eu to observando o banheiro já tem um tempo, quase ninguém vem aqui, fica tranquilo. — ele falou me puxando para mais perto com um aperto forte na minha cintura.
— O que vamos fazer? — perguntei com um pouco de medo, mas meu pau já estava babando com a mistura de tesão e adrenalina.
— Vou fazer o que sempre tive vontade!
Ele me empurrou para dentro do reservado, me virou de costas e eu não sabia o que fazer fiquei estático. Ele se abaixou, puxou minha calça e começou morder minha bunda de leve, eu sentia a barba dele me arranhar e me arrepiava todo. Meu pau estava muito duro, mas quando tentei tocar ele mandou eu tirar a mão, eu obedeci e apoiei as mãos na parede. Sentia a língua dele quente passando no meu cu, a barba e eu me tremia de medo e tesão, ele levantou me segurou pela cintura e falou no meu ouvido:
— Seu cu é apertadinho, mas você aguenta, né? — Antes que eu pudesse responder senti a cabeça do pau dele no meio da minha bunda e forçando entrada no meu cu.
— Espera cara, eu não acho que vai.... — ele tapou minha boca com uma das mãos.
— Shhhh. Caladinho, aguenta tudo.
Ele tirou o pau, cuspiu e senti ele empurrar. Senti uma dor horrivel, mas dentro do boxe encostado na parede com ele me segurando eu não conseguia me afastar e ele continuou. As metidas não eram forte eram lentas e profundas eu conseguia sentir cada centímetro do pau dele entrando e saindo, rasgando meu cuzinho que até o momento era totalmente virgem, as vezes ele tirava tudo cuspia e colocava de uma vez parecia adorar sentir meu cu laciando na rola grossa dele.
Eu não sei por quanto tempo ele meteu, no começo a dor fez parecer uma eternidade, mas depois foi ficando gostoso e eu não queria que ele parasse, ele metia firme, mas eu sentia um carinho. Ele tirou a mão da minha boca, pegou uma das minhas mãos e guiou para o meu pau e eu comecei a bater uma enquanto ele metia, agora ele tava acelerando o ritmo e senti meu cu arder, mas dessa vez não estava me incomodando e sim me excitando mais. Senti o pau dele pulsando dentro de mim, eu sabia o que significava, em seguida o gemido no meu ouvido, totalmente diferente de tudo que eu já tinha experimentado, ele gozou dentro de mim. Ao ouvir ele gemer gozei quase que imediatamente.
Ficamos ali um tempo, o pau dele ainda tava duro dentro de mim ele tirou de uma vez e eu senti a porra escorrendo de dentro, em seguida ele apontou o pau para a privada e começou a mijar, totalmente indiferente com minha presença ali. Fiquei olhando o pau dele, ainda estava um pouco duro e eu não conseguia acreditar que uma rola daquele tamanho tinha entrado em mim, como o tesão tinha passado a dor começou. Sentia meu cu arder e doía quando eu piscava, mas eu estava satisfeito de uma maneira inexplicável.
— Desde moleque que eu sou doido pra fuder seu cuzinho. Não imaginei que era tão apertado, esfolou minha pica. — ele falou olhando a cabeça da rola, que estava bem vermelha.
— Eu nunca tinha feito isso, e agora o que vamos fazer?
— Fazer nada, volta pra festa e finge que nada aconteceu. Nós temos que ir logo, faz muito tempo que a gente tá aqui.
Quando eu ia abrir a porta para sair ele me segurou, me virou de frente pra ele, ficou olhando nos meus olhos enquanto metia a mão dentro da minha calça na parte de trás, passou o dedo no meu cu que estava todo molhado de porra. Molhou bem o dedo na porra e tirou, em seguida olhou o dedo e depois enfiou na minha boca, no susto não esquivei, mas o que veio depois me surpreendeu ainda mais, ele me beijou. Foi um beijo lento, demorado, um beijo forte de um jeito que eu nunca tinha experimentado, um beijo de macho.
Não precisamos reforçar um para o outro que era tudo um segredo, eu estava em êxtase como se o mundo a minha volta tivesse sido desligado. Não me preocupei em olhar se o banheiro estava vazio quando fui abrir a porta do box, eu simplesmente abri de uma vez e para nossa surpresa um de nossos tios estava lavando as mão na pia e do espelho viu nós dois. A cara de susto deu lugar a de interrogação, até conseguir fazer a pergunta:
— O QUE VOCÊS DOIS ESTÃO FAZENDO AÍ?
Continua...