Meu primo do interior pt. 3

Meu primo do interior pt. 3

A. Jr. Pereira

"O quê vocês estão fazendo aí?" a pergunta ainda estava girando na minha cabeça, fiquei totalmente sem reação, porém meu primo foi mais rápido e enquanto eu estava tentando entender o que aconteceu, ele respondeu:

— Tinha uma etiqueta aqui na minha camisa me incomodando, pedi pra ele tirar pra mim. — Não era a melhor desculpa, mas meu tio não pediu mais explicações. Terminou de lavar as mãos, nos lançou mais um olhar desconfiado e saiu do banheiro.

De volta a festa era difícil permanecer igual, como se nada tivesse acontecido, eu sentia minha cueca molhada e o meu cu arder. Cada vez que eu olhava para minha esposa eu sentia uma pontada de culpa, mas não me arrependia, era algo tão distante da minha realidade que parecia não interferir no que eu sentia por ela. Eu só sabia que eu queria de novo, queria sentir aquela sensação novamente; de longe meu primo me olhava, de vez em quando, e também notei alguns olhares vindos do nosso tio.

A festa acabou sem novas aventuras, bebemos, conversamos dançamos e seguimos nossas vidas como se nada tivesse acontecido. Meu primo permaneceu na mesma mesa, mas dessa vez ele não parecia tão indiferente ao que tinha acontecido, por vezes encostou os pés no meu por baixo da mesa e percebi várias vezes o seu olhar fixo em mim durante a conversa.

Não tinhamos como conversar sobre, e quando a festa terminou cada um seguiu para suas casas, no caso, eu para a minha e ele para a casa da minha avó já que ele morava em outro estado e estava apenas de visita para participar do casamento. No caminho para casa minha esposa perguntou:

— Amor, você sumiu durante a festa. Falou que ia ao banheiro e demorou um tempão para voltar, onde você estava?

— Eu fui ao banheiro, depois acabei indo lá fora, fiquei lá conversando nem notei a hora passar.

— Eu achei estranho, seu tio passou na nossa mesa e falou pra eu e pra mulher do seu primo que a gente deveria prestar mais atenção em vocês. Não entendi o que ele quis dizer com isso.

— Ele é brincalhão assim mesmo, a gente tava lá fora conversando e os meninos estavam falando muita besteira, deve ter sido isso. — Respondi calmo, mas por dentro eu estava com muito medo e raiva. Eu tinha visto que a desculpa da etiqueta não tinha funcionado, mas não achei que meu tio levaria isso a sério a ponto de contar para minha mulher. Estava imaginando, com quem mais ele ia comentar essa história?

— Entendi, amor. Eu achei desnecessário esse comentário dele, a mulher do seu primo é super ciumenta e com certeza deve ter dado briga.

— Depois vou falar com meu tio, pra ele evitar esse tipo de brincadeira. Fica tranquila, meu amor.

***

Passado algumas semanas estava saindo do trabalho quando recebi uma ligação de um número desconhecido. Não sou de atender ligações assim, olhei o celular e pensei em desligar, mas eu estava de bom humor e algo dentro de mim pediu para eu atender, vai que era algo importante:

— Alô?

— Primo? Sou eu, tudo bem? — Era meu primo, estava com uma voz preocupada, pelo tom imaginei que estava com algum problema.

— Estou bem e você? Você me ligando de outro número, aconteceu alguma coisa?

— Não estou muito bem e sim, aconteceu tudo que não podia acontecer. Minha mulher descobriu! — Ele respondeu aflito, meu coração disparou, se a mulher dele tinha descoberto tudo, não demoraria para contar para toda família. Tentei manter a calma e entender melhor a situação.

— Como assim? O que ela descobriu? — perguntei.

— Nós podemos nos encontrar, prefiro te contar pessoalmente. Eu estou aqui na casa de vó, não comentei com ninguém sei que só você vai me entender.

— Podemos sim, estou saindo do trabalho agora e passo aí. Estou de carro, a gente dá uma volta e conversa.

— Tá bom, mano. Estou te aguardando, quando chegar só ligar, caso não queira entrar.

— Certo, chego aí rapidinho. — Respondi e desliguei o telefone.

No caminho eu não consegui pensar em nada, estava totalmente anestesiado de medo e a medida que eu ia me aproximando, meu desejo era fugir. Liguei e pedi para ele esperar do lado de fora, não queria ficar muito tempo parado em frente a casa, de repente comecei a pensar em como explicaria tudo que aconteceu para minha mulher, para meus pais. Parei de pensar, estava ficando desesperado e precisava estar calmo para ouvir o que ele tinha a dizer.

Peguei ele na porta da casa, ele entrou no carro calado e estava com uma aparência bem triste. Não conversamos sobre o assunto de imediato, dirigi até uma rua mais afastada, próximo a um parque, assim ficaríamos mais a vontade para conversar. Quando estacionei o carro esperei ele começar a falar, mas ele parecia tão envolto nos próprios pensamentos que nem notou, então comecei:

— Então? Me conta o que houve.

— Vou ser direto, ela me pegou com outro cara. — Senti um certo alívio, não era de mim que ela sabia.

— Como assim? Você estava ficando com um cara? — Perguntei.

— Não estava ficando fixo. Eu conheci esse cara e estávamos conversando e marcamos uma foda, numa distração ela viu meu celular e acabou descobrindo. Ela fingiu que foi trabalhar e acabou pegando a gente no flagra.

— Você levou um cara pra sua casa? Você é louco! — Respondi em choque.

— Pô, na hora do tesão a gente faz umas loucuras. Aí você sabe, né? Ela fez um escândalo, falou que se eu não saisse de casa ia contar pra todo mundo. Pra piorar a situação, ela não quer deixar eu ver nem minha filha. Eu tô sem saber o que fazer, peguei uns dias de folga e vim pra cá pensar um pouco. Não podia falar disso com ninguém, só com você, pô.

Eu não sabia o que responder, no fundo estava aliviado por não estar envolvido no problema, mas também estava preocupado, pois eu gostava dele. Junto com esses sentimentos tinha um pouco de ciúme por saber que ele se envolveu com outro cara, não era legal imaginar que eu era apenas mais um.

— Eu não sei como posso te ajudar, posso oferecer pra você ficar lá em casa esses dias, caso não queira ficar aqui, sei que vó faz muitas perguntas.

— Pô mano, eu aceito, mas só se não for te atrapalhar. Você tem que falar com sua mulher primeiro, né?

— Minha mulher é tranquila, não vai se incomodar.

— Muito obrigado, mano. Desde moleque você é como um irmão pra mim. — Ele falou e em seguida me deu um abraço, enquanto ele estava me abraçando não consegui segurar e quando notei já havia perguntado:

— Por que você fica com outros caras? — Ele me soltou, me olhou por algum tempo, parecia pensar no que responder, respirou fundo e disse:

— Fico procurando algum que me dê as mesmas sensações que sinto com você!

Eu não soube o que responder, apenas puxei ele para mim e o abracei. Estava feliz, eu não era apenas mais um, eu tinha uma importância para ele, eu fazia ele ter sensações únicas. Ficamos abraçados por um tempo, eu comecei a me excitar, esse carinho masculino era algo que eu não achava que existia e eu gostava disso. De repente ele me soltou, olhou em meus olhos e sem dizer uma palavra me beijou.

Foi um beijo diferente, era forte como o outro, mas tinha carinho; era lendo, ritmado, sem a pressa de acabar logo; era um beijo de paixão, pelo menos foi que senti. Enquanto me beijava, ele me puxou para cima dele, deitamos o banco do carro e ficamos nos beijando por algum tempo.

— Eu queria que você fizesse uma coisa, algo que nunca fiz e queria com você. — Ele falou em meio aos beijos.

— O quê? — Ele não teve coragem de dizer, apenas começou a abaixar a calça e foi virando de lado. Eu entendi, ele queria me dar.

O banco do carro era apertado, mas consegui achar uma posição, meu pau estava muito duro e o dele também. A bunda dele era peluda e bem firme, sentia os pelos do cu dele na cabeça do meu pau e isso me deixou louco de tesão. Tentei empurrar, mas estava seco e não entrava, ele tentava segurar o gemido, mas era visivel que estava sentindo dor e isso também me excitou.

— Cospe, pô! Assim seco não vai. — Ele falou.

Cuspi na mão e passei no cuzinho dele, senti os pelos molhadinho, encaixei o pau e comecei a empurrar. Conseguia sentir o cuzinho dele abrindo, extremamente apertado, eu nunca imaginei que meu primo, que se fazia de machão desde moleque, me daria o cu. Quanto mais eu socava, mais eu ele pedia pra ir forte, era diferente ver ele assim pois, apesar de estar pedindo para eu meter, ele continuava com aquele jeito de homem marrento.

Não aguentei, o cuzinho dele apertava meu pau e a cada socada ficava mais gostoso sentir ele laciando e o gemido grosso dele estava me enlouquecendo. Avisei que ia gozar e ele mandou eu gozar dentro dele, obedeci, gozei e fiquei sentindo o cu dele apertar meu pau a cada pulsada enquanto eu gozava.

— Pô, tu me encheu de leite. Curtiu? — ele perguntou.

— Gostei demais, é a primeira vez que como um cu.

— Sério? Tu nunca meteu no cu da sua mulher?

— Não, ela não gosta. — respondi um pouco sem jeito.

— Pois eu comi o cu de todas as mulheres que transei, não deixo passar. Agora você podia dá uma mamada aqui pra eu gozar. — Falou me mostrando a rola.

Comecei a chupar devagar, o gosto e o cheiro da rola dele estava ainda melhor do que eu me lembrava. Dessa vez ele não segurou minha cabeça, deixou eu fazer o serviço sozinho e eu estava saboreando cada centímetro daquela rola.

Senti ele enrijecer e sabia o que viria a seguir, mas não parei, continuei chupando e de repente senti o jato quente, salgado e amargo na minha boca. Eu nunca tinha experimentado nem o sabor da minha porra, então fiquei totalmente surpreso. Não gostei do sabor, então engoli o mais rapido possível e fazer isso me excitou muito, meu pau já estava duro de novo, mas ainda tinhamos assuntos para resolver.

Continua...


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