Meu primo do interior
A. Jr. PereiraDesde moleque eu frequentava a fazenda de um tio e meu primo sempre foi um pouco safado. Eu, apesar de ser da cidade, sempre fui meio inocente e meu primo do interior se aproveitava disso.
Uma vez, quando éramos moleques, ele me levou no açude para tomar banho e ficava me agarrando por trás, eu conseguia sentir o pau dele duro roçando em mim, mas na inocência de pivete eu não dava bola. Muitas vezes ele colocava algo no colo, bem em cima da pica e pedia para eu pegar e eu não entendia o porquê, apenas pegava.
Com o tempo eu fui crescendo e entendi que aquelas brincadeiras tinham um fundo de maldade, e me arrependi de não ter aproveitado mais. Eu não sou gay, mas essas brincadeiras de infância deixam na gente um sabor de algo inacabado, uma experiência única que poderia ter sido melhor aproveitada.
Alguns anos mais tarde, eu não acreditava que pudesse acontecer algo, já não éramos mais pivetes e ambos éramos héteros e já tínhamos tido experiências sexuais reais com mulheres. Porém, na convivência acabamos nos envolvendo e aquela malícia da infância nos dominou.
Era um encontro na casa de vó, churrasco em família e ele estava. Sentamos juntos bebemos bastante, ele tava empolgado mostrando as melhorias na fazenda me chamou para dar uma volta no quintal para mostrar o que tinha feito. Fomos caminhar no quintal e após muita cerveja ele precisou mijar.
Sem cerimônia, ele colocou o pau pra fora, ele sempre foi desinibido desde moleque, mas agora adulto o pau dele estava enorme, peludo e grosso. Eu fiquei hipnotizado, por mais que tentasse, não conseguia parar de olhar. Ele notou que eu olhava e começou a olhar para mim enquanto alisava de leve o pau.
— Cresceu, né?
— O quê? — perguntei.
— Minha rola, pô! Quando a gente era moleque, a gente comprava as duas. — falou sorrindo.
— Verdade, coisa de criança. Acho que todo mundo faz. — falei meio sem graça.
— Dá uma olhada no cabeção, isso aqui numa xotinha apertada, hein? — falou enquanto arregaçava a cabeça do pau que era realmente grande, o pau dele estava endurecendo e senti uma vontade forte de pôr a mão, obviamente não fiz.
— Tô de boa, quero olhar pau não! — respondi sorrindo. Ele deu mais umas balançadas no pau e guardou, mas me olhava com um olhar diferente.
Continuamos caminhando pelo quintal e conversando sobre nada específico, mas sempre meu olhar voltava para o volume na calça dele e ele sempre que notava meu olhar fazia questão de pegar e dá aquela ajeitadinha. Talvez fosse a bebida, mas estranhamente eu estava excitado com a rola do meu primo.
****
Chegando a noite, vó foi organizar os lugares para cada um dormir, levando em conta que já estavam todos um pouco alcoolizados. Quando entrei no quarto que ela me indicou, meu primo já estava lá deitado. O quarto tinha uma cama de solteiro com uma auxiliar tipo gaveta, meu primo estava deitado na auxiliar, então, me deitei na de cima. A distância entre nós era bem pouca, quase como se estivéssemos numa cama de casal, com uma pequena diferença de altura.
Meu primo já estava dormindo, ainda com a mesma roupa do dia. Fiquei observando o volume na calça e imaginando como seria por a mão, até pensei em tocar enquanto ele dormia e esse pensamento fez o meu pau pulsar dentro da cueca, mas eu não tinha coragem de fazer. Pensava na possibilidade dele acordar e contar para todos que eu estava o apalpando enquanto dormia.
Resolvi não dá espaço para esses pensamentos e dormir, já era demais eu estar sentindo tesão por outro homem, agora eu estava cogitando tocar em um e isso não era legal, tentei pensar em outras coisas até conseguir dormir.
Acordei de madrugada com um barulho, meu primo tinha acordado e estava tentando tirar a roupa. Estava bêbado quando deitou e dormiu de jeans e botas. Fiquei observando ele tentar tirar a roupa, mas ele estava tonto e não estava conseguindo, levantei e fui ajudar. Tirei as botas dele e ajudei a soltar o cinto, ele tirou a camisa e abaixou as calças ficando só de cueca, não conseguiu tirar a calça completamente, pois enganchou nos pés e pediu para eu ajudar.
Enquanto ajudava ele a tirar a calça ele se encostou em mim, não sei se de propósito, senti o volume da cueca roçando na minha bochecha. Vi os pentelhos saindo da cueca e consegui sentir o cheiro do pau dele, meu pau pulsou na hora, me afastei um pouco e ele encostou de novo. Deixei ele encostado e terminei o mais rápido possível e me levantei tentando disfarçar o volume que tava na minha calça.
— Que isso aí, pô? Ficou de pau duro? — ele perguntou sorrindo e apontando pro meu pau.
— Claro que não!
— Ficou sim, deixar eu ver. — antes que eu pudesse afastar ele pegou no meu pau e continuou — Safado, ficou de pau duro mesmo! — deu outra gargalhada.
— Olha o barulho, tá todo mundo dormindo.
— Pô, eu tô sem sono. Sabe o que ia me fazer dormir?
— Diz aí.
— Uma mamada, tem coragem? Conto pra ninguém não. — ele disse botando o pau pra fora, tava começando a ficar duro.
— Sai fora, curto isso não!
— Pô, na moral vai. Só tá nós aqui, dá nada não. Vou gozar na sua boca não. — disse enquanto batia uma devagar.
— Mano, não curto. Sério!
— Eu também não curto homem não, tu sabe. Mas tá só a gente aqui, nós é parceiro desde moleque. Já rocei o pau em tu pra caralho, sei que tu lembra quando a gente tomava banho juntos.
— Era coisa de criança, eu nem sabia dessas coisas na época. Achava que era normal.
— Eu era doido pra fude sua bundinha branquinha. — falou enquanto punhetava.
— Mano, vai rolar não!
— Tu vai me deixar assim? — mostrou o pau durão, tava babando. — Só pega aqui, vai. Só pra tu sentir o peso.
— Mano, a gente cresceu juntos a gente zoava quando era criança, mas agora não tem mais sentido fazer essas coisas, somos adultos. — respondi meio sem graça.
— Pô mano, tem nada a ver isso. Já falei que só tá nós dois aqui, mó tesão e você podia me ajudar, coisa de parceiro. Te contar uma coisa, meus manos sempre dão aquela força, sabe? Ninguém precisa ficar sabendo, só nós dois aqui.
Eu já estava sem argumentos e o tesão não estava m ajudando a pensar direito, ele estava balançando a rola e pedindo para eu pegar até que finalmente peguei. A sensação era boa, tava muito dura e era bem grossa e grande, senti o peso, sentia ela pulsar, mas não tinha coragem de bater uma para ele. Fiquei lá, estático, segurando a rola dele enquanto ele me olhava, de repente senti ele pegando no meu pau por cima da calça:
— Teu pau tá durão também. Sentiu o peso da minha pica? Toca aí pra mim, a bichona tá pulsando.
Comecei bater uma pra ele, não tive coragem de por meu pau pra fora, o pau do meu primo era muito maior que o meu e fiquei um pouco tímido. Ele não se importou, tava curtindo minha punheta meio desajeitada eu nunca tinha tocado na rola de outro homem, não sabia ao certo o que fazer, mas pelas reações dele acreditei estar no caminho certo. O pau dele babava muito e era duro igual pedra e tinha aquele cheiro de homem que eu não sabia o porquê, mas me excitava muito.
— Tu podia dá uma mamada, né?
— Tu pediu só pra pegar, não vou por teu pau na boca não! — no fundo eu estava louco pra saber como era o gosto daquela rola, mas o medo não me deixava ceder tão fácil.
— Já falei que é só entre nós, ninguém vai saber não, fica tranquilo. Vem, mama aqui vai. — ele falou enquanto empurrava minha cabeça em direção ao pau dele, eu acabei cedendo.
Comecei devagarinho, a cabeça da rola dele quase não cabia na minha boca, sentia os cantos da boca doer, mas ele não me deixava parar, sempre empurrando mais. Senti a rola dele encostar na minha garganta, engasguei, ele segurou minha cabeça mais forte e eu apenas abri a boca e deixei ele meter. Enquanto eu chupava ele dizia que era louco pra me pôr para mamar desde moleque e que eu mamava igual uma putinha, ele passou a mão nas minhas costas e depois na minha bunda, travei.
Fiquei com medo, achei que ele ia querer me comer e apesar de ele estar meio bêbado ele ainda era mais forte que eu e se quisesse me forçar conseguiria. Ele colocou a mão dentro da minha cueca na parte de trás, parei na hora e disse que não.
— Relaxa, pô. Vou te comer não, só quero sentir esse cuzinho piscando. — eu não respondi nada, apenas continuei.
O dedo dele no meu cu machucava um pouco, eu me sentia usado, mas também sentia uma sensação única e meu pau babando na cueca não deixava eu mentir, eu estava gostando. De repente ele tirou o pau da minha boca e bateu uma rapidinho e gozou no chão do quarto, cheirou o dedo que estava no meu cu e disse:
— Cuzinho mais cheiroso que uma buceta, hein. Apertadinho assim, eu ia te arregaçar. — depois sorriu pra mim, vestiu a roupa e falou que ia tomar uma água.
Eu deitei na minha parte da cama, fiquei olhando a poça de porra no chão e pensando no que tinha acabado de acontecer. Esperei alguns minutos, mas ele demorou voltar e acabei dormindo.
****
No outro dia durante o almoço ele não estava, perguntei sobre e o pessoal disse que tinha ido buscar a namorada que tinha acabado de chegar. Senti uma pontada de ciúme, mas sabia que era algo irracional de sentir, eu mesmo tinha uma namorada me esperando em casa e não entendia ao certo como me sentia em relação a tudo que tinha acontecido. Talvez eu esperasse que fôssemos conversar sobre, mas não aconteceu.
Quando ele voltou, não parecia nem ao menos se lembrar da noite anterior, falou comigo como se nada tivesse acontecido e nos momento que estávamos sós, conversamos sobre coisas totalmente aleatórias, sem nenhuma abertura para mencionar o ocorrido. O que pra mim foi tão marcante, pra ele não parecia ter passado de uma brincadeira, mas sempre que eu olhava o volume na calça era como se eu pudesse sentir o cheiro e o gosto dele novamente.
Tivemos outros encontros de família, acabamos nunca mais dividindo o mesmo quarto e ele nunca mais se insinuou para mim. Confesso que tentei algumas vezes tocar no assunto, mas ele sempre foi evasivo, então desisti, mas sempre que o vejo ainda tenho a esperança de rolar novamente. Quem sabe um dia.