Jailbait Porn Babko

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Jailbait Porn Babko
Материал из Википедии — свободной энциклопедии
Lolita City — веб-сайт, находившийся в зоне .onion анонимной сети Tor . Сайт представлял собой онлайн-галерею детской порнографии с фотографиями моделей женского и мужского пола от младенческого до 17-летнего возраста [1] (18 лет является минимальным легальным возрастом моделей для съёмок в порнографии в большинстве стран мира) [2] [3] .
By
Jordan Aaron
on November 4, 2019
"We have so much to say, and we shall never say it.“
Hey Kristen Bell, Allison Janney, Ben Platt, join our table up the back.
Identifying flood-prone areas as part of urban planning is key if we want to reduce flooding.
The 'Last Week Tonight' host looks into certain conspiracies that are "heartbreakingly stupid".
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Just two months of being taken down for criminal and dangerous activity , 8chan — now 8kun — is back, and reportedly asking users not to commit crimes.
aus Wikipedia, der freien Enzyklopädie
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LS Studio (ursprünglich Ukrainian Angels Studio [1] ) war ein als Kinder- und Jugend- Künstleragentur getarntes ukrainisches Unternehmen zur Produktion von kinderpornografischen Bildern und Videos.
Zwischen 2001 und seiner Zerschlagung im August 2004 hat das Unternehmen etwa 500 (andere Quellen sprechen von 1500 [2] ) ukrainische Mädchen im Alter von acht bis sechzehn Jahren, zumeist nackt und in aufreizenden Posen, fotografiert. [3] Die Bilder wurden über Webseiten oder in Form von etwa 80 einzeln zu beziehenden Online-Magazinen (nicht Printmagazine) zum Verkauf angeboten. Diese trugen Namen wie LS-Magazine , LS-Land , LS-Island , LS-Stars , LS-Dreams , LS-Barbie , LS-Flash , LS-Girls und LS-Fantasy .
Das Unternehmen wurde vermutlich bereits zwischen 1999 und 2001 gegründet und agierte in seinen Anfangsjahren noch unter dem Namen Ukrainian Angels Studio . 2003 änderte man den Namen in LS Studio und startete die Onlinemagazine. [1]
Das Unternehmen inserierte und warb als Modellstudio in den ukrainischen Medien, einschließlich Zeitungen und im Fernsehen. Die Fotografen suchten sich ihre Modelle vor allem in den Städten Kiew , Charkiw und Simferopol . Das Fotostudio selbst war in Kiew angesiedelt. [3] Die Organisation, die von einem mitte-zwanzig-jährigen Ukrainer geleitet wurde, erwirtschaftete in den drei Jahren mehrere hunderttausend Euro. [2] Manche Quellen sprechen von einem Gewinn von 100.000 Dollar pro Monat. [4] Nach mehreren Monaten der Ermittlungen durch das FBI und die ukrainische Polizei konnte die Organisation im Juli 2004 ausgehoben werden. Ihr Chef wurde verhaftet, die Polizei beschlagnahmte Videoausrüstung, Computer, Bildmaterial, Finanzdokumente und das Auto des Firmenleiters. Die Untersuchungen des Falles wurden laut einer Meldung der Prawda bis zum 6. April 2005 abgeschlossen. Über das weitere Vorgehen schweigt sich die ukrainische Justiz aus. [4]
Den Eltern der jungen Modelle wurden zwischen 10 und 40 US-Dollar pro Modellstunde gezahlt, was für ukrainische Verhältnisse viel Geld ist. [3] Nach Auskunft des ukrainischen Innenministeriums wussten oder vermuteten die meisten Eltern, was bei den Fotosessions vor sich ging. In manchen Videos hört man weibliche Regieanweisungen aus dem Off. Kein Elternteil erstattete je Anzeige.
Auch nach der Zerschlagung des Ringes waren einige der Models weiterhin als Nacktmodels tätig, nunmehr legal – unter anderem für die Seite Karina World , die auch LS-Material online stellte.
Das Bild- und Videomaterial kursiert immer noch im Internet und Usenet.
Zunächst waren die Bilder noch in natürlichen Posen gehalten und als Aktfotos zu bezeichnen. Ab 2003 wurden die Bilder und Posen mehr und mehr sexueller Natur („ freizügiger Akt “) und es wurden Nahaufnahmen der Geschlechtsorgane angefertigt. [5] Es gab jedoch nie sexuelle Akte wie Geschlechtsverkehr, andere sexuelle Handlungen wie Penetrationen oder Bilder zusammen mit Jungen oder Erwachsenen. Bei der Schließung der Agentur beschränkten sich die Posen (bei den freizügigeren Bilderserien) auf angedeutete sexuelle Handlungen wie die Oralverkehr imitierende Benutzung von Gegenständen, etwa Bananen. Auch Videos in dieser Art wurden gedreht. Allgemein kann das produzierte Bild- und Videomaterial als „Softcore“-Kinderpornographie bezeichnet werden.
Was das LS-Studio von anderen seiner Art neben der Größe unterschied, war die Professionalität. Die Bilder hatten eine sehr hohe Qualität, vielfach wurden Kostüme für die Modellszenen, die oftmals einen thematischen Inhalt hatten, extra angefertigt.
O lado secreto e nada cor de rosa da maior plataforma de vídeos do mundo
São apenas crianças brincando na piscina e tomando sorvete. Provavelmente, você nem prestaria muita atenção. Mas na área de comentário do YouTube o vídeo vem acompanhado de frases como: "sexy", "que corpo bonito", "te quero".
Se você prestar bem atenção, verá ainda uma marcação de tempo ( timestamp ), que leva para cenas específicas, que servem para "ajudar" outros interessados a terem "acesso privilegiado" a algumas partes do conteúdo. Sim, partes que mostram os corpos das crianças ou a peça íntima revelada sem querer.
Estamos falando de uma rede de pedófilos que usa a seção de comentários da maior e mais acessível plataforma de vídeos do mundo para se alimentar, e que conta com a ajuda involuntária --mas de peso-- do algoritmo de recomendação de conteúdos.
Que o YouTube abriga vídeos polêmicos não é bem uma novidade, por isso talvez você tenha até ouvido o burburinho sem prestar muita atenção. Mas, desde 17 de fevereiro, uma onda de denúncias e manifestações ( #WakeupYouTube ) explodiu.
Tudo começou quando o y outuber Matt Watson, do canal "MattsWhatItIs", divulgou provas de como a pedofilia acontece e é alimentada pelo algoritmo --até então sem que houvesse qualquer interferência do YouTube. Os comentários dos vídeos trazem links para pornografia infantil, sem que isso sequer seja notado pela plataforma.
Num vídeo de 20 minutos, com mais de 3 milhões de visualizações , ele mostra cenas triviais de crianças (inclusive brasileiras) cercadas de comentários pedófilos e marcações de tempo. E enfatiza que alguns dos vídeos citados inclusive recebem publicidade automática e estão sendo monetizados pela número de visualizações.
As marcas que tiveram anúncios mostrados no experimento (McDonald's, Nestlé, Lysol , Disney, Reese e outras) se retiraram da plataforma e deram início ao chamado de " adpocalypse ", um trocadilho com os termos publicidade e apocalipse, em inglês.
Em 2017, marcas financiaram inadvertidamente vídeos racistas ou terroristas com publicidade automatizada. Gigantes como Coca-Cola, Unilever e Johnson & Johnson ameaçaram retirar anúncios do YouTube se não recebessem garantias de que isso não se repetiria.
Em dezembro de 2018, investigação do jornal britânico "The Times" achou cem casos de pedófilos usando a transmissão ao vivo do YouTube. Alguns prometiam inscritos em troca de "tarefas" (como baixar as calça) direcionadas às crianças. Houve nova reação.
O UOL Tecnologia refez os passos sugeridos por Watson , mas focando o Brasil.
No nosso experimento, colocamos na busca do YouTube palavras-chave que remetessem de alguma forma ao universo infanto-juvenil para observar que tipo de vídeo o algoritmo recomendaria. Usamos uma conta de email nova, criada minutos antes.
Um termo manjado é "biquíni". Vídeos de adolescentes aparecem misturados aos de adultos logo nas primeiras opções. Clicamos no primeiro da lista e continuamos a escolher uma das recomendações na barra lateral direita do site. No quarto vídeo dessa sequência, os comentários nocivos começaram a aparecer.
Então, com quatro cliques chegamos ao lado sombrio de um conteúdo que não está escondido nas profundezas da internet. Muito pelo contrário.
O caráter impróprio e de violência está no contexto e na intenção do uso desses vídeos por parte dos agressores. Pedofilia não é crime, mas um transtorno psiquiátrico. O crime é produzir pornografia ou aliciar sexualmente. Quando há esse recorte, é uma maneira de usar sexualmente a imagem da criança
Rodrigo Nejm , diretor de educação da Safernet
Os comentaristas se escondem atrás de nomes falsos masculinos (alguns femininos), não publicam vídeos no perfil e ocultam qualquer informação pessoal.
O canal de uma criança de cerca de 12 anos tinha 240 inscritos, mas um único vídeo teve mais de 26 mil visualizações. Bem o que ela aparece experimentando biquínis.
Em um dos casos, o comentarista abasteceu o próprio canal com cinco vídeos com cenas de crianças de biquíni. Ou seja, eles também propagam o material.
As regras de uso do YouTube proíbem a publicação de vídeos adultos e que menores de 13 anos usem a plataforma, seja como usuário ou como criador de conteúdo.
Mas, como você bem sabe, as regras não são rígidas e inquebráveis. Conteúdos produzidos e postados pelas crianças (que criam perfis mentindo a idade), com ou sem autorização dos pais, estão por todos os lados.
Eles não costumam ser problemáticos, vale dizer. Mas são vítimas de uma rede de exploração sexual infantil que se aproveita de brechas e que não está sendo brecada de forma ágil.
Alguns dias depois da denúncia de Watson, o YouTube, que pertence ao Google, anunciou medidas:
Tomamos medidas imediatas ao eliminar contas e canais, informando sobre atividades ilegais às autoridades e desabilitando comentários sobre dezenas de milhões de vídeos que incluem menores. (...) Entendemos que os comentários são uma maneira importante de os criadores de conteúdo se conectarem com seus públicos-alvo, mas também sabemos que isso é a coisa certa a fazer para proteger a comunidade do YouTube
Por aqui, o caso foi divulgado pelo youtuber Felipe Neto, que fez um vídeo similar ao de Watson para denunciar a pedofilia e apontar que o YouTube sabia do problema.
Para ele, que tem umas das maiores audiências do YouTube brasileiro, as medidas anunciadas são insuficientes. Não basta ocultar ou reclassificar comentários, canais e internautas predatórios.
Eu sei que isso vai ser terrível, para mim e outros criadores, porque as empresas vão tirar anúncios, mas não dá para ficar calado. Não dá para simplesmente ignorar
E ele não está sozinho nesta batalha.
YouTube Kids é a versão da plataforma de vídeos para crianças. Recentemente uma pediatra dos Estados Unidos assistia a um desenho animado com o seu filho quando a animação foi interrompida por um homem que ensinava como cortar os pulsos para suicídio. O vídeo em questão foi retirado da plataforma, mas outros pais descobriram conteúdos com a mesma fórmula.
"Pregnant Elsa Kisses Spiderman Superheroes" é o título de um vídeo encontrado no YouTube por Roberta Ferec, mãe de três crianças, influencer de maternidade e coach de saúde. Ela mostrou para seus 13,7 mil seguidores as cenas de cunho sexual envolvendo super-heróis e princesas e que aparecem facilmente em buscas por "Elsa" ou "Spiderman".
Outro vídeo encontrado por Ferec traz as irmãs do desenho Frozen se beijando por 54 segundos. No mesmo canal, você acha várias imagens de joguinhos infantis, enquanto nas recomendações da barra lateral aparecem vídeos adultos com temas como "3 perguntas 3 beijos" ou "uma resposta errada, uma peça de roupa tirada".
Vejam as sugestões dos especialistas Carlos Affonso , diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio) e blogueiro do UOL Tecnologia ; Rodrigo Nejm, diretor de educação da Safernet; e Luiz Perez-Neto, professor do programa de pós-graduação de Comunicação e Consumo da ESPM.
A responsabilidade do YouTube é evidente, mas os especialistas dizem que este é um problema grande demais para deixar as soluções apenas nas mãos da plataforma.
"Vai começar o festival da filtragem", explica Affonso. "Para caçar conteúdos que possam induzir a disseminação de pornografia infantil, a empresa deve aumentar o rigor dos seus mecanismos de filtragem, removendo não apenas vídeos ostensivamente proibidos, mas também aqueles que o algoritmo ache que sejam ilícitos."
Nisso, mira a pornografia e acerta o Pokemón Go . Contas dedicadas ao jogo tiveram vídeos removidos, porque falam em combat points (CP), termo em inglês para pontos de combate. CP é também a sigla para child porn, ou seja, pornografia infantil.
"Isso mostra como o YouTube passou a deixar que os algoritmos façam a limpeza da plataforma sem qualquer noção de contexto ou revisão humana antes da remoção e do cancelamento de contas", diz o advogado.
"Se qualquer ser humano (e nem precisa ser um treinador de Pokémon) visse cinco segundos do vídeo entenderia que o canal não era dedicado à pornografia infantil", complementa.
Para Perez-Neto, é um "equívoco" encontrar um único culpado para o problema. Ele defende que o YouTube atue com mais rigor não apenas no algoritmo, mas em suas práticas. " O Instagram conseguiu limpar parte da pornografia com bots e codificação . Mas é preciso muito cuidado para não cair nas armadilhas que o Facebook tem caído [de nunca acertar a mão na hora de censurar conteúdos]. Isso traz riscos para a liberdade de expressão", argumenta.
Rodrigo Nejm, da Safernet, também enfatiza a ampliação da revisão humana para entender contexto e intenção dos comentários sem ferir a liberdade de expressão. "Além da maior conscientização dos usuários, reportando perfis de infratores e de menores de 13 anos", coloca.
Para ajudar a proteger crianças e adolescentes, a influencer de maternindade Roberta Ferec separou algumas dicas importantes (que podem ser vistas logo abaixo).
Como mãe, ela decidiu estudar o impacto da tecnologia e a importância do equilíbrio digital, principalmente na vida de crianças.
Os adultos devem deixar claro quais conteúdos são aceitáveis e o que envolve um conteúdo impróprio. O diálogo é essencial para que eles aprendam a identificar vídeos não recomendados para elas.
Determine em que lugar da casa eles poderão consumir os vídeos da internet. Isso facilita a supervisão. Além disso, o tempo de utilização dos aparelhos eletrônicos precisa ser estabelecido e deve ser cumprido.
Desabilite o recurso de vídeos recomendados em sequência do YouTube. Quando estiver vendo um vídeo qualquer no app ou no site do YouTube, procure por um botão chamado "Reprodução automática" e o desligue.
Faça uma playlist exclusiva para a criança com base nos vídeos que você considera adequados. De tempos em tempos, adicione vídeos novos. Sempre que possível, cheque se a playlist continua ok.
O YouTube Kids, app da empresa para crianças, tem uma interface mais colorida e filtra conteúdo para maiores. Mas é preciso ter muito cuidado: a ferramenta é bem limitada em suas configurações e deixa passar coisas inadequadas.
A busca no YouTube Kids pode ser desativada para que a criança não consiga fazer pesquisas por outros conteúdos. Clique no ícone circular no topo esquerdo da tela principal do Kids, depois acesse as configurações, clique no perfil da criança e desative a opção "permitir pesquisa".
Nesta página, é possível qualquer usuário denunciar conteúdo inadequado à equipe do YouTube . A empresa, inclusive, reforça que as denúncias são fundamentais para que a plataforma melhore.
O conteúdo denunciado é avaliado, mas não removido logo após a denúncia. Os inadequados para o público jovem podem receber restrição de idade, outros são mesmo apagados. A reportagem já denunciou vídeos, canais e perfis que julgou ter colocado crianças e adolescentes em risco.
No Brasil, a ONG Safernet tem seu próprio canal de denúncia, o denuncie.org.br , e o canaldeajuda.org.br , para orientar pais e educadores.
Arte: Elias Fernandes dos Santos Junior e Micaele Martins da Silva; Edição: Fabiana Uchinaka;
Um boletim com as novidades e lançamentos da semana e um papo sobre novas tecnologias. Toda sexta.
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