IGUALDADE: O 'DEUS' QUE FALHOU
Nobres Econômicos
A bela palavra que encanta leigos e legitima políticas agressivas em cima de inocentes.
Existem inúmeras formas de discutir sobre igualdade porque não há um consenso do que se trata exatamente. Muitos utilizam esse termo para defender a igualdade de oportunidades (ou seja, a base do indivíduo "ingressar" na economia), outros para defender a igualdade de resultados conquistados (são esses os defensores da eliminação das classes, deixando por igual os salários de todos, o que gera diversas inconsistência na própria teoria).

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Thomas Jefferson, na Declaração de Independência dos EUA, enunciou os princípios filosóficos que fundamentaram a Revolução Americana:
"Consideramos estas verdades sagradas e inegáveis: que todos os homens são criados iguais e independentes; que desta criação igual resulta que eles possuem direitos inerentes e inalienáveis, dentre os quais estão a preservação da vida e da liberdade, e a busca da felicidade."
A verdade é que agentes numa economia precisam ser diferentes independente de ser uma diferença econômica, cultural, física ou racial, pois é o que nos torna únicos e capazes de resolver problemas em locais distintos com ideias inovadoras que estão sempre evoluindo através da difusão do conhecimento.
Ainda que tenhamos uma força incontundente com a capacidade imensurável de estabelecer o mundo inteiro com todos os tipos de igualdade, fazendo com que todos tenham um mesmo salário, com os mesmos bens/propriedades, ainda existirá a diferença de ambiente, oportunidade, tempo, clima/temperatura e incontáveis variáveis fora de nosso alcance que fariam essas pessoas perderem a igualdade plena.
Ignorando esse fato, restaria a diferença peculiar que cada ser humano tem na hora de tomar decisões por conta de seus desejos, objetivos, motivações, incentivos e amores que são fundamentalmente incalculáveis e imprevisíveis.

"As autoridades públicas têm, como qualquer rei absoluto ou constitucional, permissão para financiar ou subsidiar suas próprias atividades por meio de impostos. Isto é, elas não ganham seu dinheiro por meio da produção e da venda de bens e serviços a consumidores voluntários, como todo cidadão sob a lei privada deve fazer." - Hans Hermann Hoppe em: Uma breve história do homem
Esse trecho nada mais quer dizer que mesmo que através de políticas públicas construídas por um governo consigamos uma igualdade completa numa sociedade, ainda assim, restariam os mais desiguais que fazem parte deste governo acima de todos.
Apesar de exemplos onde o coletivo se "personifica" como em nações no patriotismo e representatividade por grupos e times, o indivíduo é a peça fundamental que se ressalta pelo mero fato de ser o único existente. Não há coletivo sem o indivíduo, por tanto, contrário há coletivistas, a sociedade não está acima do indivíduo nem de suas liberdades.
A única igualdade que deve prevalecer está fundamentalmente em quem nós somos, nossos direitos e deveres justificáveis, algo que caso não fosse verdadeiro, não seriamos nós mesmos.
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