HOLOCOVER: Entrevista exclusiva com Coline

HOLOCOVER: Entrevista exclusiva com Coline

HOLONEWS - A HOLOLIVE RADIO MAGAZINE
Coline posing for HOLONEWS cover

HOLO: Olá Coline, é uma imensa honra ter você nesta edição do HOLONEWS. Como você está?
Coline: Olá! Estou muito bem, na verdade, ótima haha. Obrigada por perguntar. É uma honra estar aqui, agradeço pelo convite.


HOLO: Você é uma artista promissora e que está ascendendo cada vez mais, como tem sido viver esse crescimento profissional e artístico sob os holofotes?
Coline: Admito, às vezes é bem “curioso” experimentar essa evolução sob os holofotes, mas eu gosto bastante. Sinto que cada passo é sempre acompanhado e televisionado. Consequentemente, isso faz com que muitos olhares se voltem para os meus projetos. Essa é a parte legal, e eu gosto, pois quero fazer valer a pena. No entanto, também gera aquela típica pressão por sempre querer mostrar que você evoluiu desde o último passo - que não está mais nadando nas águas. É o mesmo riacho, mas com novas águas. Sabe? Acaba por ser uma espécie de validação, eu acho. Porém, não trato essa parte como um lado negativo. Viver na mesmice é complicado, e essa cobrança toda evita a acomodação. Torna-se um peso quando permite isso consumir e esgotar sua criatividade e personalidade.


HOLO: Seu nome acabou adquirindo mais notoriedade com o lançamento da canção ‘Left Behind’, correto? De que maneira essa guinada que foi dada em sua carreira pode ter afetado a maneira com o público, e você mesma, enxerga sua própria carreira?
Coline: Acredito que “Left Behind” moldou por completo uma nova etapa da minha carreira. Foi surreal, na verdade, a forma como essa canção mudou a minha rota para um caminho que, até então, eu considerava estar muito distante de mim. E não falo exclusivamente da gigante repercussão comercial, - que também influenciou de uma forma inimaginável - mas também do impacto artístico, sabe? Além de trazer uma proposta mais sincera e real, a letra dessa música é a melhor dentre todos meus projetos, bem como a minha narrativa mais desenvolvida… Mostrou um lado ainda mais intenso da minha personalidade artística. Tenho para mim que foi uma grande combinação de fatores. Tudo bateu, tudo se encaixou, na hora certa. Acho que passaram a me levar mais a sério, como eu passei a me enxergar com mais clareza e confiança. O público já estava de olho no que eu havia trazido com “UV”, mas ainda era só o começo. E em “Left Behind”, estava visível que eu entregaria algo ainda melhor, então, simplesmente aconteceu.


Coline posing for HOLONEWS

HOLO: Você já tem um certo tempo de carreira e nesse período você garantiu para si alguns hits, mas até o momento não lançou o seu tão aguardado álbum debut. Quando teremos a oportunidade de ouvir este grande compilado?
Coline: Às vezes esqueço que estou na indústria desde o ano 9. Lembro como se fosse ontem eu nos preparativos para o lançamento do meu single de estreia. Passou muito rápido. Bom, meu álbum está sendo desenvolvido cuidadosamente. E para falar a verdade, comecei a trabalhar nele em julho do ano passado. Desde lá, muita coisa mudou nesse disco, foram muitas melhorias. Então, acredito que não deve demorar tanto mais. No máximo até o primeiro bimestre do próximo ano. Estou doida para finalizar esse projeto logo, mas, pode levar o tempo que for necessário. Quero fazer com que valha a pena.


HOLO: E após todos esses anos de trabalho em seu disco, de que maneira você o definiria?
Coline: Eu o definiria como um projeto bastante pessoal e extremamente importante. Esse disco é a minha jóia mais valiosa e carregará a parte mais preciosa da minha personalidade artística, além de ser o responsável por consolidar tudo que venho construindo. Ele será a solução de um quebra cabeça.


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HOLO: Falando mais um pouco de ‘Left Behind’, esta canção foi ganhadora do prêmio Song of the Year no American Music Awards 14 e na primeira edição do Brit Awards. O que essas vitórias significaram pra você?
Coline: Essas vitórias são inimagináveis até hoje. É incrível quando paro para pensar que tenho simplesmente duas estatuetas de Song of the Year em duas premiações diferentes. O pior, é que na época ganhei de forma consecutiva ainda, veio uma seguida da outra. Bom, foi um reconhecimento bem emocionante sobre o meu trabalho. Eu me esforcei muito em “Left Behind”, e essas vitórias me deixaram feliz demais. Não que uma estatueta seja a validação do seu trabalho, mas é que, sabe? Querendo ou não, torna tudo ainda mais especial. É uma motivação, saber que você está fazendo a coisa certa, fazendo um bom trabalho. Por sinal, essas vitórias simplesmente traçaram um novo capítulo da minha jornada. Foi lindo, surreal e me emociono só de pensar.


HOLO: Ao longo dos últimos anos você esteve em algumas colaborações de sucesso como é o caso de ‘Power Up’, com o Yoshi e Alex Fleming, e ‘Granted’, ao lado de Heccy e Naomi. Como foi para você participar dessas canções?
Coline: Foi magnífico. É sempre uma honra fazer parte do projeto de outros artistas, me sinto muito especial e honrada quando recebo esse tipo de convite. “Power-Up” tem um lugar reservado no meu coração. É uma canção que traz uma narrativa muito linda sobre o amor. Fora que o YOSHI é criativo demais, então participar disso, ao lado de dois grandes amigos, tornou tudo ainda mais especial. Agora “Granted”... Foi simplesmente surreal. Eu recebi o convite de repente, com a Heccy dizendo que seria apenas uma colaboração sem intenções. Haha, no fim acabou rendendo até um Record of the Year. Eu amo “Granted”, Heccy e Naomi são grandes amigas, e parece algo bem divino mesmo quando paro para pensar sobre. Literalmente COTY!


HOLO: Voltando a falar um pouco mais do seu disco de estreia, se você pudesse apontar em apenas 5 palavras as suas inspirações. Quais seriam e por que?
Coline: Crepúsculo, melancolia, perdição, esperança e insanidade. Essas palavras representam perfeitamente o que estou construindo para esse álbum. Em breve vocês entenderão melhor, mas o disco gira em torno de temas representados por essas palavras. Melancolia e perdição representam uma parte, bem como insanidade, enquanto esperança apresenta outra, e assim por diante. Será um projeto amplo e aberto a muitas interpretações.


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HOLO: Coline, infelizmente, nossa entrevista está chegando ao fim. Para finalizarmos com chave de ouro nos conta: o que te faz feliz?
Coline: Muitas coisas. Eu aprendi a valorizar as pequenas coisas, sabe? Desde então, consigo ver a felicidade cada vez mais presente em mim. Então, ser eu mesma… É definitivamente a coisa mais importante para eu ser feliz.


HOLO: Coline, muito obrigado por seu tempo e disponibilidade. Foi um prazer conversar contigo, espero te ter aqui novamente em breve.
Coline: Foi ótimo. Amei estar aqui e contar um pouquinho de cada coisa sobre mim. Obrigada. Agradeço imensamente pelo convite. Beijo!

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