Forced Incest Japan Porno

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Japanese woman forced into porn says she felt trapped and 'under pressure to say yes'
Kurumin Aroma is now a YouTuber and campaigner
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A woman who was misled into the adult industry after initially being scouted for modelling on the streets of Tokyo has said she felt trapped and had “nowhere to turn for help”.
Last year, a report found that increasing numbers of Japanese women were being forced into pornography. The report, by the Tokyo based organisation Human Rights Now, alleged that scouts had approached women in the street and offered them opportunities in the entertainment or modelling industries before being coerced or tricked into appearing in adult videos against their will.
Kurumin Aroma, now a prominent YouTuber in the country, said after initially being scouted for modelling - which she hoped would advance her TV celebrity career - she was later presented with a contract which required she would have to remove her clothes.
“That was the first I’d heard about nudity,” she told The Guardian. “I cried, but felt under a lot of pressure to say yes, so I agreed.”
Aroma’s modelling agency then raised the possibility of making an adult film and after several meetings where she was allegedly affronted with up to eight senior men demanding her involvement in the films she agreed.
“They told me I could stop at any time if I felt uncomfortable or if it hurt. But that wasn’t true,” she told the newspaper.
Japan’s porn industry is estimated to make around £3 billion a year through sales and subscription fees. It produces around 20,000 videos each year.
Following the allegations of abuse last year, the government even intervened launching a survey about the industry’s recruitment of women. The adult industry association also promised to investigate and said it encouraged producers to “quickly improve the situation”.
Aroma has now left the industry and vlogs regularly on YouTube having amassed more than 15,000 subscribers. She has spoken about her ordeal at several events and told the paper she sought comfort in finally knowing she was in control of her body and career.
“At the time I felt responsible for what happened to me, so speaking out has helped me to realise that I am not the guilty one,” she said.
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Ela tinha 23 anos e sonhava em ser uma estrela da música quando foi abordada por um homem em uma movimentada rua de Tóquio, com a oferta de trabalho como modelo. Ao aceitar, caiu na armadilha de uma rede de coerção que arrasta milhares de jovens do Japão a participar de filmes pornôs todos os anos. Aroma Kurumin, cujas cenas gravadas em 2013 ainda circulam na internet, apesar de seus esforços para tirar as imagens do ar, é uma das vítimas das produtoras de filmes eróticos. Trata-se de um fenômeno antigo, que só agora começou a ser revelado.
“Pensei que era a oportunidade para realizar o meu sonho”, conta a jovem. O pesadelo começou com uma entrevista e uma sessão de fotos sem roupa — na promessa de que só teria que posar assim uma vez — para uma famosa revista sensacionalista. A “agência de modelos”, então, a convidou para outra sessão de fotos e filmagens em Saipan, no Oceano Pacífico. Lá, Aroma se viu cercada de homens e pressionada a rodar cenas quentes pelas quais depois recebeu um pagamento ínfimo. “Tudo aconteceu muito rápido. Quando me recusava a fazer algo, eles diziam que essa era a melhor forma de começar uma carreira musical e insistiam até eu ceder”, lembrou ela, educada em um país onde a mulher nunca deve dizer “não”, ainda mais quando jovem.
Aroma Kurumin é o apelido que agora ela usa como youtuber e ativista para conscientizar outras meninas sobre essa situação e evitar que mordam a isca da poderosíssima indústria pornô japonesa, na qual conglomerados que monopolizam redes de TV, gravadoras, editoras de livros, agências de “talentos” e produtoras de filmes são máquinas de sugar aspirantes ao estrelato, que se tornam presas fáceis nas mãos de charlatões.
“O problema existe há anos, mas só agora começamos a falar dele”, diz a coordenadora e advogada da ONG que apoia vítimas do tráfico sexual Lighthouse, Aiki Segawa, acrescentando que o fenômeno “continua sendo um tabu no Japão”.
Com sede na capital, a organização recebeu só neste ano mais de 40 pedidos de ajuda de meninas obrigadas fazer pornô. Em geral, a vítima é mulher, tem entre 18 e 25 anos e o sonho de brilhar em uma carreira no mundo da moda, música ou cinema. Além dos “caça-talentos”, que abordam meninas na rua, a indústria do pornô se vale de anúncios em revistas, na internet e até publicidade em caminhões, prometendo excelentes salários para trabalhar meio expediente como modelo ou comissária de bordo. As interessadas vão a entrevistas onde são convencidas a assinar contratos confusos, e depois chantageadas de diversas formas para participar das filmagens. Algumas são ameaçadas fisicamente e até estupradas. As cenas são gravadas e distribuídas como filmes, segundo Aiki Segawa.
Em um relatório recente, a ONG Human Rights Now revelou o caso de uma jovem que se matou depois de ver seus vídeos espalhados na rede e não conseguir impedir a distribuição. “As vítimas se sentem muito envergonhadas e assustadas para pedir ajuda ou relatar sua experiência”, afirmando a coordenadora da Lighthouse, destacando que quase sempre elas “se culpam e acreditam ser as responsáveis pela situação”.
Uma pesquisa feita no início deste ano pelo governo com 2.500 aspirantes ao estrelado revelou que 27% das jovens contratadas por “agências de talentos” foram chamadas para gravar cenas de sexo, e 8% delas aceitaram. Diante disso, foi decidido fazer uma campanha de conscientização.
As ONGs exigem leis de trabalho mais rígidas — para prevenir os abusos –, maior controle sobre as “agências de talentos” e que os filmes sejam supervisionados para garantir que todos os atores participam com pleno consentimento. Aiki Segawa, no entanto, admite ser “difícil” controlar a gigantesca indústria do pornô japonês, uma das maiores do mundo, com faturamento de 4,4 bilhões de dólares por ano e uma crescente projeção mundo afora.
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