DILÚVIO: Estudos Iniciais Arqueológicos (parte 01)

DILÚVIO: Estudos Iniciais Arqueológicos (parte 01)

ARQUEOLOGIA BÍBLICA

Ao longo do tempo, muitos Cientistas das áreas relacionadas a Terra, Rochas e Oceano; nem se quer pensavam na hipótese de ter ocorrido milênios atrás, um Dilúvio de capacidade Global.

No entanto, ao passar do tempo; a Tecnologia vem avaçando e fazendo com que a Ciência também avance nas questões ainda mais técnicas, para trazer a nossa realidade um Estudo com mais precisão e clareza sobre o que de fato pode ter acontecido milênios atrás na época do Dilúvio Bíblico.

No Artigo de Hoje, iremos apontar todos os Estudos inicias, feito pela Arqueologia e Ciências afins, sobre esse Evento Global/Universal, e as conclusões iniciais sobre esse Evento local ou global.


A ESTRUTURA DO ARTIGO DE HOJE, DIVIDE-SE EM:

•Primeira Descoberta;

>Dilúvio a partir de Ur.

•Segunda Descoberta;

> Monte Ararate já ficou abaixo do Mar.

•Terceira Descoberta;

>Paleontólogos trabalham no Monte Ararate.

•Quarta Descoberta;

>Os Fragmentos de "Manetão".

•Quinta Descoberta:

>"A "Epopéia de Gilgamesh";

>"A História de Gilgamesh";

> Gênesis foi Inspirada na "Epopéia" ??

•Nações em Ordem Cronológicas que Relataram o Dilúvio em pontos de vistas diferentes;

•Conclusões Finais.


Estimativa de Tempo de Leitura deste Artigo é 35 minutos, no Artigo parte 02 é 10 minutos; totalizando 47 minutos.

Dito isso, Vamos nessa !!!



Primeira Descoberta

( Dilúvio a partir de Ur )

Um Site cujo a Publicação não tinha Fonte tão pouco Fonte Acadêmica, foi usado como Base por um outro Site de um Canal famoso de TV Fechada Americana focada em Documentários(history); para fazer uma Publicação sobre uma Escavação na antiga Cidade de Ur(atual "iraque"), sob a Liderança do Arqueólogo Britânico Leonard Woolley, onde o Mesmo conseguiu comprovar Arqueologicamente, o primeiro dado sobre o Dilúvio, inicialmente ainda não universal.

Segundo consta na Publicação, o Mesmo havia Descobrido uma camada de sedimentos à base de água, que pode indicar que teve uma inundação na região no período 4000 a.C. – 3.500 a.C., que é o mesmo Periodo que havia ocorrido o Dilúvio relatado na Torá(dos judeus Ortodoxos), Tanakh(dos Judeus-messianicos) e na Bíblia(no antigo testamento).

CONCLUSÃO: Eu conheço os Trabalhos desse grande Arqueológo chamado Charles Leonard Woolley, que inclusive, foi o primeiro Arqueológo a sobreviver desta Profissão; infelizmente o Mesmo já faleceu, mas seus Livros ficaram. Sem dúvidas, Woolley foi uma Referência para os Demais Arqueólogos que viriam posteriormente. Enfim, Woolley, antes de morrer, havia escrito vários Livros sobre suas Descobertas, após ter se aposentado; Livros esses, que tive a oportunidade de Ler a maioria, mas o fato é que, em nenhum Dos Livros que Ele Publicou, fala-se em Descobertas sobre o Dilúvio. O Mesmo fez várias Descobertas na antiga Cidade de Ur(atual "iraque"), Cidade que inclusive consta na Bíblia como a Cidade em que o Patriarca da Fé "Abraão" e seu Pai nasceram[Gênesis 11:28]. Todo os Materiais de suas Descobertas estão atualmente no Museu Britânico, e contribuíram muito para Bons Estudos Arqueológicos sobre a história dessa grande Cidade da antiguidade, que antes, a Bíblia já relatava.

Sendo assim a História do Dilúvio é, Fake, é falsa, pois foi ussdo uma Descoberta diferente, em que Woolley, havia feito em 1922, em Ur(turquia), onde o Mesmo, em um processo de escavações sistemática feitas em intervalos que durou 13 anos por sua Equipe, onde concentravam as escavações apenas em áreas sagradas dentro do que sobrou daquilo onde antes, ficavam os principais templos e palácios; encontraram inicialmente Solos alagados, cujo a datação analisaram ser do início do Quinto Milênio a.C.(5.000 - 4.001 a.C.), que ficou conhecido como o período "Al 'Ubaid", e se ergueram uma sobre a outra para formar um monte de cerca de 70 pés de altura(cerca de 21,336 metros), até a última ocupação no século IV a.C. (400 - 301 d.C.); somente isso que aconteceu e Infelizmente foi essa a Descoberta que foi usada de modo forçoso por alguns Sites para relatar a Descoberta de um Dilúvio, quando na verdade, era uma descoberta mais simples, longe de ser um Dilúvio. O Próprio Woolley, nunca nem sequer escreveu um Livro com esse Tema, ou no mínimo, não publicou.



Segunda Descoberta

(O Monte Ararate já ficou abaixo do Mar)

Recentemente foi encontrado em uma expedição, na região nevada de Ildir, de Izmir, na Turquia; por acaso no Monte Ararat(e) – local onde a arca repousou[Gênesis 8:04], Fósseis antigos.

Os Responsáveis pelo achado, entregaram todo os Materiais para um grupo de Arqueólogos da Universidade local, que trabalhando em conjunto com os Arqueólogos da Universidade de Ataturk; conseguiram através de análises feitas nos Fósseis e em diversos fragmentos de folhas de palmeiras antigas; obter um resultado que apontou que só poderiam se desenvolver em biomas próximos ao mar, isso seria uma prova que o nível do mar já chegou a ficar em um nível alto o suficiente para se aproximar do Monte Ararat, que é a Montanha mais alta da Turquia. Por coincidência, Este, é o mesmo Monte onde segundo a Bíblia, a Arca de "Noé" repousou e logo depois as águas do Dilúvio desceram e como consequência depois de um tempinho o planeta voltou a ter terra seca[Gênesis 8:04].

CONCLUSÃO: Esse atual Estudo, ainda não foi o suficiente para comprova a ocorrência de uma Inundação global no passado, mas foi o suficiente para comprovar uma Inundação local. Devido a isso, um Grupo de Pesquisadores retornaram ao local de onde os Matérias foram encontrado, para recolherem mais amostras adicionais, e também das folhas semelhantes que crescem apenas no litoral.

Até o momento, enquanto os novos Resultados ainda não sairem, ficaremos com a mesma análise feita pelo Arqueólogo Daily Sabat, que adicionou esses Fatores como Provas de que o monte Ararat ficava próximo do mar ou do oceano. Esse será o veredito temporário.



Terceira Descoberta

(Paleontólogos trabalham no Monte Ararate)

Estudos feitos apenas por uma Equipe de Paleontólogos, separados de outros Pesquisadores, está ocorrendo no monte Ararat. Essa Equipe já conseguiu encontrar também diversos vestígios Fossilizados, porém, esses Ítens são ainda mais antigos, podendo até mesmo ser do Período Mioceno(entre 23 e 55 milhões de anos atrás).

CONCLUSÃO: Essa Equipe até o momento, ainda estão analisando os Ítens recolhidos. Assim que possível, Publicaremos os Resultados.



Quarta Descoberta

(Os Fragmentos de Manetão)

Essa quarta Descoberta, de modo proposital, preferi deixa-la como uma das últimas neste Artigo, em virtude de sua Importância Histórica.

Se trata do Historiador e um dos Sacerdotes do antigo Egito "Manetão", pois seus Escritos Extra Bíblicos, são excepcionais tanto para os Estudos do Egito antigo quanto para alguns dos principais Eventos narrados na Torá; os seus Escritos serviram até mesmo como Base de Pesquisas para os Historiadores posteriores. Isso confirma que seus registros são realmente importantes, e de certa forma também surpreendentes.

OBS: "Manetho", "Mâneto" ou "Manetão"(em grego clássico "Μανέθων" ou " Μανέθως ", em romaniz "Manéthōn" ou "Manéthōs", e em em egípcio "Tjebnutjer"); Foi um Historiador e Sacerdote Egípcio, natural de Sebenito, que viveu durante a era ptolemaica, aproximadamente no século III a.C.(300-201). Uma teoria alternativa diz que o Mesmo, pode ser natural de Roma, e escreveu suas Obras por volta do ano 100 d.C.


As Obras escritas por "Manetão", são um marco para a história do Egito, e são usados como referência para a Cronologia de grande parte dos Faraós do Egito antigo, desde antes de sua época até os últimos Faraós existentes de sua época.

Suas Obras, são atualmente usadas como Base Acadêmica pelos Egiptólogos, mas infelizmente, só parte de seus Escritos resistiram ao passar do tempo; devido a isso, para ter acesso a esses poucos registros que restaram, é necessário fazer o mesmo que os Egiptólogos fazem, ou seja, obtê-las através dos Historiadores posteriores e mais próximos a época de "Manetão" que usaram suas informações por meio dos Fragmentos que restavam na época.

Os Historiadores mais próximos a época de "Manetão", que conheciam suas Obras, e chegaram a ter parte de seus Fragmentos, para documentar certas ocorrências, que de alguma forma ainda eram comentadas em seu tempo, foram os Historiadores: ("Tito) Flávio Josefo"(ou "Yosef ben Mattityahu") do século I d.C.(001-64); "Sexto Júlio Africano"(ou "Sextus Julius Africanus") do final do século II e início do século III d.C.(entre 160 - 244); "Eusébio de Cesareia" ou "Eusébio, amigo de Pânfilo"(ou "Eusebius Pamphili") do final do século III e início de IV d.C.(265 - 339); e "Jorge Sincelo"(ou "Jorge, o Monge") do final do século VIII e começo de IX d.C.(a partir de 810).

Um fator muito importante a ser dito, é que dependendo do tipo de Estudo Acadêmico a ser feito, ser for usado como base histórica os registros que restaram de "Maneton"/"Manetão", que não são completos, mais sim, Fragmentos que restaram; é recomendável usá-los junto de outras Fontes Históricas, pois muitas vezes esses Fragmentos do "Maneton" são deturpadas, o que dificulta a autenticidade relacionada a seus Escritos; por isso é sempre aconselhável nestes casos, usar outras Fontes Históricas, para assim ter uma Base mais acertiva.

Apesar disso, as Obras de "Maneton" não deixam de ter sua relevância, pois é através desses Fragmentos, que conseguimos recolher informações não apenas dos Nomes dos Faraós do antigo Egito, mas também sobre outros acontecimentos do Egito antigo, como por exemplo o próprio Êxodo[que será tema em um outro artigo próprio], e principalmente sobre o Dilúvio relatado pelo Mesmo. Isso é surpreendente !.

Embora "Maneton" tenha escrito pouca coisa sobre o Dilúvio, ainda assim é surpreendente que um Sacerdote do antigo Egito, mesmo com diferenças culturais, ainda assim tenha escrito Obras que corroboram diretamente com o Livro de Gênesis da Bíblia(antigo testamento).

Em sua História no Egito, "Maneton" escreveu que ""'depois do Dilúvio, "Ham", filho de "Noé" gerou "Aegyptus" ou "Mestraim"""; que foi o primeiro a estabelecer-se na área hoje conhecida como o Egito, no tempo em que as Tribos começaram a se dispersar.

OBS: O Egiptólogo "Patrick Clarke", diz que desde os primeiros tempos dos antigos Egípcios, os Próprios em sua Época, chamavam a si mesmos e sua terra de " km.t ", tanto na pronúncia quanto na Escrita; possivelmente por causa de "Kham"(ou "ham"),'filho de "Noé"; conforme dito por "Manetho" e também no livro de Gênesis, pois o nome é o mesmo, ou seja "Ham", "Hã", "Kham", "Kam", "Cam" ou "Cãm".

É muito interessante um Egípcio anterior a época de Cristo, sendo da mesma época dos Hebreus, de uma Cultura diferente; descrever isso. É um relato Extra Bíblico muito importante.

O que "Maneton" disse sobre "Noé", corresponde perfeitamente com o que a Bíblia também diz sobre "Noé" em Gênesis 10:06; onde "Maneton" descreve "Ham" filho de "Noé", na Bíblia é "Cam" Filho de "Noé"; e onde "Maneton" descreve que "Ham" gerou "Mestraim", na Bíblia é "Cam" que gerou "Mizraim". Isso é incrível !.


Vale lembrar que, o País hoje no qual chamamos de Egito, foi uma das primeiras Civilizações a surgir depois do Dilúvio, após os Sumérios; e mesmo para quem não acredita na ocorrência do Dilúvio, ainda assim de algum modo o surgimento das Nações teriam que ocorrer, caso contrário, não estaríamos aqui. De acordo com a Arqueologia, a região onde fica o oeste do Oriente, o Oriente Médio e o leste da África, foi onde surgiu as primeiras Civilizações deste Planeta. O Egito fica exatamente no leste da África. Será coincidência ?!.

Após o Evento do Dilúvio, "Maneton" descreveu "Aegyptus" ou "Mestraim", como a primeira Nação a estabelecer-se na área onde hoje é conhecida como o Egito. Na Bíblia é descrito como "Mizraim" ou Mitsrayim(no hebraico é " מצרים "), e posteriormente como Egito; corresponde também com o que "Maneton" disse sobre os Filhos de "Noé" ter gerado o Egito. Isso também faz muito sentido.

Em outra Obra, "Manetho"/"Maneton", escreveu que a Dispersão das Tribos, ou seja, a divisão das Nações, foi cinco anos depois que "Peleg", o descendente de "Noé" nascer. Isso também vai de acordo com o que descreve em Gênesis 10:25 que, só não descreve o intervalo de tempo para a divisão acontecer depois "Peleg(ue)", mas confirma que de fato ocorreu uma divisão entre os descendentes de "Noé" após exatamente a época que "Peleg" nasceu.

Da Descendência de "Sem" filho de "Noé", posteriormente nascer "Eber" que gera "Pelegue" e após isso a Bíblia diz que repartiu a terra, ou seja, a separação das Nações após a morte de "Noé".

Por coincidência foi a geração de "Eber" – pai de "Peleg"; que saíram os próprios "Hebreus", ou seja, a Nação descendente de "Sem" que cresceu longe de outras Culturas da Descendência dos outros Filhos de "Noé ", ou seja, de "Jafé" e "Cam" que se separaram da Descendência de "Sem".

CONCLUSÃO: É difícil ir de encontro contra o que um Historiador diz, ainda mais quando tais Obras são usadas como Relatos verdadeiros por outros Historiadores que foram ainda mais importantes em suas épocas posteriores ao tempo de "Manetão". Não é a toa que essas Fontes são usadas até nos dias atuais pelos Egiptólogos, como Base para Estudos Acadêmicos; e a Arqueologia confirma alguns destes casos, como verídico, mesmo que uma pequena parte.

Minha Conclusão final sobre as Obras de "Manetão", é que parte de suas Obras, são as Evidências mais fortes Extras Bíblica que há até o momento, sobre um relato do Dilúvio global.



QUINTA DESCOBERTA

(A "Epopéia de Gilgamesh")

Antes de começar a contar sobre o relato do Dilúvio que há nesta Obra, devo informa-los que a "Epopéia de Gilgamesh" ou "Épico de Gilgamés", foi um antigo Poema Épico da antiga Mesopotâmia, em que neste Sistema de Escrita mais Antiga, se tornou um Poema Histórico, pois foi uma das primeiras Obras literarias conhecidas do mundo após a criação do primeiro sistema de Escrita; a Escrita Cuneiforme. Um Poema com uma Escrita de quase 4 mil anos, e um Personagem tradicionalmente de mais de 4 mil anoss. A Literatura mais antiga ao ser comparada com todas as Literaturas próximas a época, como por exemplo, os famosos Poemas Homéricos, que surgiram a cerca de 1500 anos depois dessa Epopéia; a Hesíodo, os antigos Textos Egípcios, o Cânon Judaico ou os Textos Bíblicos; ou seja, a Epopéia de Gilgamesh" de acordo com a composição de seu Material encontrado, teve uma datação correspondente por volta de 1890 a.C., o Autor foi um Sumério de Nome Desconhecido, que chegou a viver na Babilônia, na antiga Mesopotâmia.

A Descoberta ocorreu em 1849, em escavações em Nívive, Cidade as margens ocidental do rio tigre, antiga capital do Império Assírio, atual Iraque, onde foram encontradas, centenas de Placas, que logo foram levadas para o Museu Britânico, em Londres, sob a responsabilidade do Arqueológo Sir Henry Rawlinson. Ainda em 1849, o também Arqueólogo Britânico Sir Austen Henry Layard, descobre Ruínas soterradas de uma Biblioteca, também em Nínive. Em 1853, uma Equipe de Escavadores, sob a liderança do Assiriólogo e também Britânico Hormuzd Rassam, descobrem que as Ruínas se trata de um antigo Palácio do Rei Assírio "Asurbanipal"(que reinou entre 668 e 627 a.C.).

OBS: O Rei "Assurbanipal", cujo o reinado foi entre 668-626 a.C.; foi o último grande Rei do Império Assírio, um grande Conquistador, Saqueador tanto do Egito quanto de Susa, e também o criador de uma notável Biblioteca, que continha os registros históricos da Mesopotâmia e Acádia. Tudo foi registrado na Biblioteca porque "Assurbanipal" se interessava na literatura e erudição da Mesopotâmia, de tal modo que até mesmo já chegou a enviar Escribas aos centros da Babilônia, Uruk, Nippur e Akad, com a missão de copiarem, em Tabuletas de argila, todos os assuntos que eram correntes naquela época, e também para traduzirem dessas antigas Escritas para o Semítico Acadiano da época. Devido a isso, foi considerada a primeira Biblioteca da História, contendo Hinos, Poemas, Contratos e Textos sobre assuntos variados como: Geografia, Matemática, Medicina, Religião, Astronomia, As Leis, Presságios e Relatos de viagens assim como de Aventuras etc.

Nas Ruínas desse antigo Palácio, os Escavadores encontraram magníficas Obras de Arte Talhadas em Pedras que resistiram ao incêndio do passado, e coletaram também do solo, milhares de Fragmentos que eram cerca de 30.000 Plaquetas/Tabletes/Tabuinhas de Argila, cobertas pela Escrita Cuneiforme, formando 1.200 Textos distintos. Dentre essas mais de 30.000, tabuinhas, 12 eram sobre a "Epopeia de Gilgamesh". Posteriormente seriam enviadas ao Museu Britânico, onde fariam a datação dos Artefatos.

OBS: O Arqueólogo "Hormuzd Rassam", foi o primeiro Arqueólogo nascido e criado no Oriente Médio; coube a Ele comandar a principal Equipe da Descoberta, nas regiões próximas a própria Terra.

Após a Descoberta, todo o Material foi empacotado em caixas, e enviados ao Museu Britânico. Em 1861, o Professor George Smith, perito na decifração da Escrita Cuneiforme, foi contratado pelo Museu Britânico para auxiliar Rawlinson, a decifrar os Matérias da Descoberta, pois também tinha da Língua Acadiana. Nessa década, além de ocorre a primeira tradução moderna de seu Poema para o Inglês, pelo estudioso George Smith; foi feito também a tradução para o Português, pelo professor Emanuel Bouzon da Pontifícia, da Universidade Católica do Rio de Janeiro. Em 1872, Smith diante de uma Plateia de Especialistas, leu a 11ª Tabuinha que narrava sobre um dilúvio devastador do qual somente um homem havia sobrevivido; era a história da "Arca de Noé" contada por um outro ponto de vista, diferente dos detalhes que é descrito em Gênesis 8:07-09; se tratava da "Epopeia de Gilgamesh", o Poema Épico escrito a cerca de mil anos antes da composição por escrito da Torá(dos judeus ortodoxos), Tanakh(bíblia hebraica) e da Bíblia Cristã(primitiva).

OBS: A Arqueologia encontrou uma "Lista Real Sumeriana", onde constava todos os Reis Sumérios. Dentre esses Reis, estava também na lista o nome de "Gilgamesh"; o Mesmo foi o quinto Rei de uma cidade chamada Uruk(ou uruque), e segundo essa Lista, Ele reinou em Uruk por 126 anos, entre 2890/2800 a.C. – 2500 a.C., e foi considerado o mais ilustre antecessor dos Reis Sumérios que viriam posteriormente. Por tamanha ênfase que eram contadas a suas histórias, "Gilgamesh" tornou-se objeto de Lendas e Poemas, passando a ser venerado como um herói que ao longo do tempo foi sendo lembrado como algo divino, chegando a aparece em algumas Versões do Épico como filho de uma divindade. Já a cidade de Uruk, era uma Cidade Suméria, que surgiu por volta de 3.500 a.C., sendo uma das primeiras Cidades da História das Civilizações, uma forte influência na Cultura, Urbanização e Formação de algumas regiões da antiga Mesopotâmica. Fato confirmado pela Arqueologia.


Em 1928, o Texto foi publicado pela primeira vez, com transliteração e comentários do Britânico, Arqueólogo e Assiriólogo "Reginald Campbell Thompson".

OBS: Segundo os Estudiosos dos Textos Mesopotâmicos, a "Epopéia de Gilgamesh" já circulava por volta de 2.100 a.C., nestas regiões, narrando a história de um Personagem que tradicionalmente existiu em 2.700 a.C.; Mas o registro só ocorreu, conforme datação do radiocarbono, entre 1890 e 1800 a.C.


Além da Epopéia, as demais narrações da Inundação global, só ocorreria cerca de mil anos depois da Épica, através dos registros mais antigos da Torá, assim como do Pentateuco que correspondem a parte mais antiga da Bíblia Cristã(no antigo testamento), Documentadas por escrito no primeiro milênio a.C., e a versão Hebraica da Bíblia teria sido redigida entre os séculos VIII e V a.C.(800-501), principalmente no tempo do rei "Josias"(640-609 a.C.). A Épica/Epopéia não era exatamente um Documento seguro em suas descrições, pois foi identificado que a Epopéia Descoberta, não era exatamente a Original, mas sim um compilado de Lendas e Poemas, em que se misturam as Tradições Culturais de Sumérios, Acádios, Assírios e Babilônicos; incluindo também outras Cidades além de Uruk, como Nippur, e a antiga capital Hitita, que se chamava Hattusa, onde estiveram diversas adaptações no Texto tanto em Hitita quanto em Hurrita. Todas essas cópias do Poema da Épica, foram encontradas em regiões diversas da antiga Mesopotâmia, na Palestina, e atualmente na Turquia; e nem todas as versões coincidem. Em outras palavras, isso significa que o livro de Gênesis, assim como toda a Bíblia, se mantém como o único Livro ou Texto, a ter passado dos 2.000 anos, sem sofrer alterações brutas em seu Texto durante o processo de cópias e traduções para as demais regiões do Planeta, mantendo a mesma versão seja na Torá, Tanakh ou na Bíblia, com cerca de 90% de precisão dos Textos copiados durante esses mais de dois mil anos em comparação com os Textos da Epopéia. Esse outro ponto de vista do Dilúvio, relatado no Poema da Epopéia; na opinião de outros Pesquisadores, representou mais outra grande rachadura no Cristianismo, e logo passou a ser daí em diante conhecida como a "Tabuleta do Dilúvio" ou "Tabuleta XI". No decorrer dos anos, apareceram outras versões, ou seja, mais um registro herdado por tradição oral dos Tempos Pré-históricos, e de acordo com algumas Teorias, a sua origem é do final da última era glacial. Segundo Brandão, o Poema teria sido posto numa estela"("narû"), que a princípio "Narû" poderia ser visto como o Gênero do Poema, levando em consideração que o Leitor ou Escriba, teria que passar o Texto adiante, sem omitir ou acrescentar nada. O Contexto da História dentro de sua própria introdução, faz entender que, "Gilgamesh" narrou sua própria história para um Escriba(ou copista), ou seja, um Texto Original(ou um autógrafo), mesmo que escrito por outra Pessoa. Séculos depois, sua história passaria a ser compilada para a criação de várias versões em diferentes Cidades.

Para mais informações, acessem nosso Artigo mais detalhado, só sobre a "Epopéia de Gilgamesh".

Agora vamos ao Poema de "Gilgamesh", que irei contar do modo normal, ou seja, sem rimas; para assim poder explicar melhor de forma resumida as partes importantes dos acontecimentos, e as Versões existentes em partes do Poema.


A História de "Gilgamesh"

O Poema inicia com uma exaltação ao Rei "Gilgamesh" em sua cidade chamada Uruk.

O Rei é exaltado por ter competência para Governar a Cidade, porém, como Pessoa, é odiado pelos seus Súditos, por ser uma Pessoa arrogante.

OBS: dependendo da Versão, o Poema descreve que "Gilgamesh" além de Prepotente, também tinha alguns hábitos como: luxúria e abusava de seu poder".


Os Habitantes de Uruk, insatisfeitos com seu Rei "Gilgamesh", rogam à sua divindade, para que crie um ser igual ao Rei para desafia-lo com o objetivo de trazer a Paz para a cidade de Uruk.

A divindade cria um ser igual a "Gilgamesh", e o deixa no meio da floresta, afastado-o da humanidade e vivendo com os animais como um homem selvagem, com cabelos compridos e pelos para tudo o que é lado. Seu nome não era "Tarzan" :-), mas sim "Enkidu"(ou "enquidu").

O Rei "Gilgamesh" toma conhecimento da existência de "Enkidu", e logo manda uma cortesã ou prostituta sagrada, seduzir "Enkidu".

OBS: Dependendo da Versão, o Poema omitir quem enviou a Prostituta/Sacerdotisa para "Enkidu".


Ela consegue seduzi "Enkidu", e o prepara para que deixe seus hábitos selvagens. Como consequência, "Enquidu" deixa de ser o selvagem que era, e tornar-se um Homem civilizado.

Os Dois se encontram, "Gilgamesh" e "Enkidu"; e durante o encontro, acabam se estranhando e brigam um com o outro. A luta fica empatada, e os Dois acabam virando grandes amigos.

OBS: pelo fato desse Poema ter sido compilado para ser repassado para diversas regiões Mesopotâmicas, os Detalhes da Luta podem variar de acordo com a cópia feita para as outras regiões. Isso significa que qualquer um dos Dois Personagens sejam o ganhador da luta ou o perdedor, ou de repente mesmo que não tenha ocorrido a briga, ainda assim, independente da Versão com os seus detalhes, os Dois Rapazes após o encontro, acabam selando sua amizade.


A Vida em Uruk, para os Dois Amigos, fica cada vez mais sem graça, sempre as mesmas coisas, sem nada diferente. Devido a isso, saem da Cidade, em busca de novas aventuras.

Os Dois vão para uma floresta, conhecida como Floresta de Cedros. Chegando lá, encontram um Gigante que é o Guardião da Floresta. Os Dois amigos planejam matar o Gigante para poder cortar as madeiras da Floresta. E assim o fazem, cortam a cabeça do Gigante.

OBS: Dependendo da Versão, o modo em que os Dois matam o Gigante que é também o Rei da Floresta, muda bastante. Há versões que diz que "Gilgamesh" consegue usar furacões para matar o gigante, assim como também há em outras Versões que diz que os Dois receberam ajuda de uma divindade para matar o Gigante. Em ambas as Versões, independente dos detalhes, o Gigante morre na floresta.


Após os Dois matarem o Gigante; "Enquidu" reflete no mal que havia feito tanto para o Gigante quanto para a Floresta, e alerta seu amigo "Gilgamesh" sobre a fúria dos deuses contra Eles dois, pelo que fizeram.

Após ser alertado pelo Amigo, sobre o que fizeram, "Gilgamesh" tenta limpar os vestígios da luta na Floresta, que havia feito contra o Gigante. Enquanto limpava, lhe aparece uma divindade feminina, que se apaixona por Ele e lhe pede em casamento, lhe prometendo riquezas e literalmente poderes.

OBS: Dependendo da Versão, a história conta que, após os Dois Amigos matarem o Gigante da Floresta de Cedros, ambos regressam ao Palácio; o Rei "Gilgamesh" coloca sua melhor roupa, isso atrai uma divindade feminina, que aparece para Ele e fica apaixonada. Daí em diante a história, independente dos detalhes, é praticamente a mesma coisa nas demais Versões. E sobre a divindade feminina em específica, as histórias antiga da Mesopotâmia, dizem que era a deusa da guerra, do amor, do sexo e da violência. Isso significa que um pedido de casamento dela, é um negócio arriscado, tanto é que seus Amantes anteriores, tiveram finais terríveis.


Após receber o pedido de casamento da divindade; "Gilgamesh", provavelmente, já sabendo da fama dela, logo trata de recusar seu pedido de casamento de uma forma impiedosa chamando-a atenção sobre o que faz com os Homens ao usá-los e depois joga-los fora.

Ofendida, a divindade decide se vingar, e envia um gigantesco Touro celeste para destruir os Dois amigos; porém, é os Dois amigos que destroem o Touro.

OBS: Dependendo da versão do Texto, em uma das Versões, descreve que a divindade após ser rejeitada, fica enfurecida e pede a seu Pai, o deus do céu e rei dos deuses, que envie um grande monstro à Terra que seja feroz para matar "Gilgamesh" e destruir "Enquidu", más, independente dos detalhes, em ambas as Versões, os Dois Amigos conseguem destruir o Monstro. Um fato curioso, é que segundo as histórias, o Touro do Céu foi identificado como a constelação de Touro, uma das primeiras a serem descritas.


Após a [divindade do céu] divindade do amor mandar o Touro do Céu executar um serviço, e o bicho morrer pelas mãos de "Enquidu" e "Gilgamesh""; inconformada, a divindade amaldiçoa "Gilgamesh" e pune-o com a morte do amigo "Enkidu" que é tomado por uma doença que o faz viver doze dias de sofrimentos antes de morrer.

OBS: Dependendo da Versão, o modo como "Enkidu" morre, é omitido, e é descrito no lugar que, após a divindade se incomodar com a morte de seu Monstro, essa divindade amaldiçoa os Dois amigos(e não só gilgamesh); acontece que enquanto os amaldiçoava, "Enquidu" escuta Ela lhe amaldiçoando, Ele logo arranca a perna do Monstro que havia matado e atira contra Ela. Após passarem por mais essa aventura, "Enquidu" e "Gilgamesh" aproveitam para ofender os deuses. No entanto aos olhos das divindades, isso foi um ato de suprema arrogância, e segundo dito por uma dessas divindades: """Porque o Touro do Céu eles mataram, "Humbaba(o gigante da floresta) eles mataram, portanto um deles, aquele que derrubou as montanhas de cedro, deve morrer"""; devido a isso, uma outra divindade acaba matando "Enquidu". Daí em diante a história, independente dos detalhes, segue igual em ambas as Versões.


Triste por ter perdido o Amigo; "Gilgamesh" entra em um estado de luto, a ponto de não querer enterrar o amigo. Um tempo depois, enfim, "Gilgamesh" sai do luto, e faz um grande funeral para seu Amigo. Após isso, o Mesmo fica pensativo sobre sua vida, pois um dia a morte chegará para Ele também.

OBS: Segundo a história, é a partir deste momento em que "Gilgamesh" está pensativo sobre sua vida, que o Mesmo começa a se lembrar ou que o Autor de sua história logo o lembra, de uma história que circulava em sua época, sobre alguém que é imortal por ter resistido a uma Inundação(um dilúvio) global. Em seguida "Gilgamesh" logo tentará ir atrás dessa tal Pessoa imortal.


Após enterrar o Amigo; "Gilgamesh" acreditando existir alguém que supostamente seja Imortal por ter resistido a uma Inundação Global; logo vai ao encontro desta Pessoa.

OBS: segundo a história, "Utnapishtim" que é o tal Homem imortal, aparece também em outras Obras da literatura Babilônica, talvez por isso que o Autor do Poema de "Gilgamesh" também tenha o usado como uma história dentro de sua própria história. A Questão é que, de forma inusitada, "Gilgamesh" parece perguntar ao Autor de sua própria história como o Homem do Dilúvio se tornou Imortal; o Autor não o responde, más, de uma forma ainda mais inusitada, põe em sua frente o próprio Homem imortal. Daí em diante, independente da forma esquisita da Versão, "Gilgamesh" vai em busca de respostas com o próprio Homem imortal, dentro da Epopeia; ou seja, uma história dentro de outra história.


Após enterrar Amigo; "Gilgamesh" acreditando existir alguém que supostamente é Imortal por ter resistido a um Dilúvio, se propõe a ir ao encontro desta Pessoa, e logo embarca numa grande jornada, seguindo o caminho [do sol e sobre as águas da morte], em busca do Homem que sobreviveu ao Dilúvio e descobriu o segredo da imortalidade. Um tempo depois de sair de seu Palácio em busca de "Utnapishtim" – o único homem que foi poupado após dilúvio e que vivia nos confins do mundo gozando do dom da imortalidade; o Rei "Gilgamesh" consegue encontra-lo e logo o pergunta como também poderia alcançar a imortalidade.

É então que "Utnapishtim" lhe diz que há muito tempo os deuses haviam lhe dito que iriam Inundar o mundo e que Ele(utnapishtim) deveria construir um navio/barco e transportar todas as sementes da vida no navio, e quando a chuva parou, logo abriu uma escotilha e viu apenas água; todos os humanos haviam morrido: """Eu me ajoelhei e chorei, as lágrimas escorreram pelo meu rosto""", disse "Utnapishtim". Depois de enviar uma pomba e uma andorinha, que voltaram quando não conseguiram encontrar um lugar para pousar, Ele soltou um corvo e quando viu que este não voltava, deixou todos saírem do barco e fez uma oferenda aos deuses.

Quando a divindade do céu e da terra, chegou, os outros deuses lhe disseram que causaram uma Inundação; antes de partir, após refletir, a divindade do céu e da terra, voltou para "Utnapishtim" e sua Esposa imortal.

OBS: dependendo da Versão, o texto aponta só "Utnapishtim" como imortal, e não relata sobre sua Esposa. E relacionado as divindades, segundo a história, há duas divindades do céu; a de "Gilgamesh" era o rei dos deuses; já a de "Utnapishtim" era o deus da terra. Não se confunda, para mais detalhes acesse Aqui.


Quando "Utnapishtim" contou sua história para "Gilgamesh", o seu objetivo era fazê-lo entender que Ele(utnapishtim) foi tornado imortal por um Evento único que ocorrera há muito tempo e que nada parecido iria acontecer com "Gilgamesh": """Quem por você convocará os deuses a uma assembleia, para que possa encontrar a vida que busca ?"""; dito por "Utnapishtim".

OBS: A Parte da Inundação global, explicada em um outro ponto de vista por "Utnapishtim", lembra a narração da Bíblia sobre o Dilúvio, mas dependendo da Versão da Epopéia, a história chega a ser ainda mais diferente em comparação com a Bíblia; "Utnapishtim" descreve que, em tempos remotos os deuses haviam decidido submergir a terra de Shuruppak, mas que ele, pela sua devoção, havia recebido ordens de construir uma arca no meio do deserto e abrigar seus familiares, amigos, os quadrúpedes e aves de sua escolha; "Utnapishtim" assim o fez e, depois de seis dias e seis noites, salvou as pessoas e os animais, conseguindo em troca a imortalidade. Ou seja, essa Versão é completamente diferente da própria continuação da Versão dá Epopéia que vem a seguir.


Não havia segredo ou qualquer outra coisa que "Utnapishtim" pudesse revelar a "Gilgamesh", pois outra Inundação não iria acontecer para que seu visitante se tornasse também imortal. Após não conseguir obter todas as informações no qual queria saber do tal Homem imortal; "Gilgamesh" faz uma última tentativa, e em seguida vai ao fundo do mar, onde arranca uma planta que antes "Utnapishtim" havia lhe revelado que a planta iria restaurar sua juventude; mas antes que pudesse comer desta planta, uma cobra a come, troca-se de pele livrando-se da pele antiga e vai embora.

OBS: Dependendo da Versão, essa parte da história é completamente diferente; foi registrado que, após "Gilgamesh" insistir fazendo uma última tentativa com "Utnapishtim" e o mesmo não ceder; ocorre que a mulher de "Utnapishtim", compadecida com o fracasso de "Gilgamesh"(seu visitante), o revela o segredo sobre uma planta que deixa a Pessoa eternamente jovem. Dito isso, "Gilgamesh" amarra pedras nos pés, mergulha no mar profundo e encontra a planta mágica; Ele fere as mãos para arrancá-la das profundezas, mas consegue traze-la à superfície, porém, não a come, decide dividi-la com os anciãos de sua Cidade/Uruk. Após "Gilgamesh" dar aos Anciãos a planta, e Eles a comerem, a história acaba no Poema a seguir.


"""O destino decretado por "Enlil", da montanha, o pai dos deuses foi cumprido. (…) Os heróis e os sábios, como a lua nova, têm seus períodos de ascensão e declínio. Foi-te dado um trono, reinar era teu destino; a vida eterna não era o teu destino. Assim não fiques triste, não te atormentes. Ele te concedeu supremacia sobre o povo, vitória nas batalhas (…). Mas não abuses deste poder; procede com justiça com teus servos no palácio, faze justiça ante a face do Sol."""


A Jornada do Rei Sumério termina, onde começou, ""Ele veio de uma estrada distante, estava cansado e encontrou a paz "". Para mais informações, acessem nosso Artigo sobre "Gilgamesh".

CONCLUSÃO: O Fato de existir outros Textos com a Escrita Cuneiforme, de outras Culturas Extra Bíblicas, ou seja, além do Cânon Judaico, que também descrevem um Evento Monumental, como o Dilúvio; de modo algum poder ser entendido como algo que desqualificar os Textos Hebraicos e nem os Textos Gregos Bíblicos; mas sim pelo contrário. Pois quando uma história é dita muitas vezes em Culturas totalmente diferentes, isso significa que o Evento realmente aconteceu. Estranho seria se um Evento tão imprecionamte, não tivesse o registro, isso nos faria pensar em algo como uma Lenda. Se há os registros em diversas Culturas deste planeta, é uma comprovação histórica por meio de vários Documentos antigos, que o Evento realmente aconteceu milênios atrás.

Isso Torna o Dilúvio global, um fato histórico, ou seja, uma história que realmente aconteceu, e não uma Lenda local.


A BÍBLIA foi inspirada na "Epopéia" ??

Tem uma expressão que costumo usar para algumas situações na vida, que é: ""Muita água pra pouco café"".

Digo isso porque gosto de café, mas a expressão que vocês devem conhecer melhor é: ""Tempestade em (um) copo d'água""".

É isso que Penso sobre os Debates com esse Tema, pois não tem Lógica Debater sobre algo, no qual já foi provado há milênios, que o Evento teve origem na Mesmas Família. Como essa mesma Família teve vários descendentes, onde através dessas Gerações foram criadas culturas diferentes, logo que então pela lógica, é normal a história do Evento ser relatada em diferentes pontos de vistas em épocas distintas. Isso além de por abaixo a hipótese do livro de Gênesis ter cópiado do relato da Inundação que consta na Epopéia, dar mais peso ao contexto da história, que é o Dilúvio, como um Evento que realmente aconteceu no passado.

Um Acadêmico jamais pode concluir uma análise, usando apenas a Civilização que registrou o primeiro Documento e ignorar todo restante. Na Arqueologia, todos os Documentos são analisados, isso é ótimo pois, ao analisar todas as formas possíveis que exista, faz com que as histórias possam ser revisadas para assim chegar em uma conclusão com muita precisão nas informações.

Quando nada disso é feito, não há nada Acadêmico, nada há historicidade, não há evidência conclusiva, ou seja ""Muita água pra pouco café"".

Teologicamente falando, é possível confirmar diretamente pela Bíblia, que as Gerações descendentes da única Família que sobreviveu ao Dilúvio global, não compactuavam com a mesma Cultura para copiar um Evento global de outra Cultura, pois antes havia ocorrido uma divisão, onde muitas Nações se separaram antes que qualquer Documento fosse escrito.

Para provar isso, vamos pontuar a Família Originária que sobreviveu ao Evento Monumental; vamos pontuar as Descendências; vamos pontuar as Gerações; vamos pontuar o motivo do intervalo amplo de tempo da Escrita entre Nações destintas. Assim iremos concluir uma boa Teologia, com informações acadêmicas, Vamos lá !!!.

A Única Família que sobreviveu ao Dilúvio universal, segundo a Bíblia, foi a Família de "Noé", ou seja, sua Esposa, seus Três Filhos e suas três Noras[Gênesis 8:15-19], que desceram da Arca quando repousou no Monte Ararate(ou "Ararat"), por volta de 2800 a.C.[Gênesis 8:04]. Esse Monte fica atualmente na Turquia. A Descendência responsável por multiplicar o Planeta após o Dilúvio, agora caberia a seus três Filhos, "Jafé", "Sem" e "Cam", o que significa que, a Geração Originária que Gerou todas as Civilizações deste Planeta, vinheram da Descendência de "Jafé", "Sem" e "Cam"[Gênesis 9:18-19], quando ambos ainda estavam reunidos como uma única Família, na região onde fica o Monte Ararate.

Quando "Noé" morreu[Gênesis 9:28], os seus três Filhos "Jafé", "Sem" e "Cam", continuariam a multiplicar sua Descendência, porém, não mais reunidos em uma única Família/Comunidade na mesma região após a época de Pelegue(ou "pelego")[Gênesis 10-30], que foi o Filho de "Eber" da Descendência de "Sem" que posteriormente geraria os Hebreus.




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