Cumplicidade

Cumplicidade



Mesmo depois de quinze anos de casamento e de convivência diária, ela ainda me envia fotos sensuais no meio da tarde, quanto estou no trabalho: “Amor, o Lucas acabou de sair daqui e eu ainda estou com as pernas tremendo... que homem bem safado, pau gostoso, todo cheirosinho.


Como não pulei em cima do seu amigo antes? E por que você demorou quase um ano pra trazê-lo aqui em casa? Ficou com medo que sua putinha fosse embora com ele, é? Você sabe que isso nunca vai acontecer, não sabe, amor?


Você é o amor da minha vida, o homem que eu escolhi para eu o meu companheiro, com quem eu tenho uma filha, uma vida, sonhos e projetos.... Nosso amor e nossa família são tudo que tenho de mais precioso na vida!


”Sim, eu tive um pouco de receio de apresentá-lo: ele era exatamente o tipo de homem com quem ela gostava de transar quando nos conhecemos e tinha quase certeza que se dariam muito bem na cama. Não consigo esconder nada da minha amada: ela sacou na hora por que só depois de quase um ano eu o trouxe até nossa casa e tratou de me tranquilizar.


Esperou que eu respondesse, se certificou de que eu estava bem com relação a eles e, em seguida, trouxe à tona um assunto que ultimamente vinha frequentando nossas conversas: “Sei que você preferia que eu arranjasse um macho fixo de fora do nosso círculo de amizades, mas eu transaria ainda por muito tempo como Lucas... acha que podemos considerar essa possibilidade? E tudo bem se você não se sentir à vontade: eu vou entender.


Mas saiba que sua esposinha adorou dar para o seu amigo (e acho que você adoraria me ver dando para ele).


Pensa com carinho, meu amor? Te amo.”

Report Page